12 abril 2011

Apostila de comandos hidráulicos

,

Apostila de Comandos Hidráulicos

 

 

Para incentivar, ampliar e difundir as tecnologias de automação industrial da Parker Hannifin,

numa gama tão ampla de aplicações, foi criada, na Parker Jacareí, a Parker Training.

Há mais de 26 anos treinando profissionais em empresas, escolas e universidades, a Parker

Training vem oferecendo treinamento técnico especializado e desenvolvendo material didático

diversificado e bem elaborado, com o intuito de facilitar a compreensão.

Com instrutores qualificados, esse projeto é pioneiro na área de treinamento em automação

industrial no Brasil, e colaborou para a formação de mais de 25 mil pessoas, em aproximadamente

4 mil empresas, através de cursos e materiais reconhecidos pelo conteúdo técnico e qualidade

de ensino.

Para alcançar tais números e continuar a atender seus clientes, de forma cada vez melhor, com

uma parceria cada vez mais forte, os profissionais da Parker Training se dedicam a apresentar

sempre novos conceitos em cursos e materiais didáticos.

São ministrados cursos abertos ou “in company” em todo o país, através de instrutores próprios

ou de uma rede de franqueados, igualmente habilitada e com a mesma qualidade de treinamento.

Os cursos oferecidos abrangem as áreas de Automação Pneumática/Eletropneumática,

Manutenção de Equipamentos Pneumáticos/Hidráulicos, Técnicas de Comando Pneumático,

Controladores Lógicos Programáveis e Hidráulica/Eletrohidráulica Industrial com controle

proporcional.

São oferecidos também programas de treinamento especial com conteúdo e carga horária de

acordo com as necessidades do cliente, empresa ou entidade de ensino.

Faz parte dos nossos cursos uma grande gama de materiais didáticos de apoio, que facilita e

agiliza o trabalho do instrutor e do aluno: transparências, componentes em corte, símbolos

magnéticos, apostilas e livros didáticos ligados às técnicas de automação, gabaritos para desenho

de circuitos, fitas de vídeo, software de desenho e simulação de circuitos pneumáticos e

hidráulicos, além de bancadas de treinamento para realização prática destes circuitos.

 

Apostila de Comandos Hidráulicos Caminhões e Ônibus

,

Apostila de Comandos Hidráulicos

 

Caminhões e Ônibus

 

 

 

Aeroespacial

 

Líder em desenvolvimento, projeto,

manufatura e serviços de sistemas

de controle e componentes para o

mercado aeroespacial e segmentos

relacionados com alta tecnologia,

alcançando crescimento lucrativo

através de excelência no

atendimento ao cliente.

 

Hidráulica

 

Projeta, manufatura e comercializa

uma linha completa de componentes

e sistemas hidráulicos para

fabricantes e usuários de

máquinas e equipamentos no

segmento industrial e mobil.

 

20 março 2010

O que você acha do Fantástico da rede globo?

,
Em súmula, o Fantástico hoje pouco se compara a um programa jornalístico, parecendo muito mais com um programa de humor, ou um daqueles programinhas de fofoca que passam em canais como, Band, SBT e outros.

Deixe lá a sua opinião!

Letrinhas

18 março 2010

Blog do Letrinhas

,

O LETRINHAS é um blog que se destina, acima de tudo, a publicar análises críticas de Livros, Filmes, Programas de TV, sites da Web e muito mais.

Sinta-se à vontade para deixar a sua opinião acerca de cada assunto publicado.

Entre nesta discussão, e mostra para o mundo os seus pensamentos, sobre os mais variados assuntos.

 

E para começar: O que você pensa da TV aberta brasileira.

É Fantástico ou patético?

 

 

03 março 2010

Sistema de Detecção e Isolamento de Falhas emSistemas Dinâmicos Baseado em Identificação Paramétrica

,

O presente trabalho visa contribuir com a área de detecção e diagnóstico de falhas emsistemas dinâmicos através da proposta de uma nova arquitetura de sistemas de detecçãoe isolamento de falhas (FDI, Fault Detection and Isolation). A arquitetura proposta trazinovações no que se refere à maneira como as grandezas físicas do processo monitoradosão relacionadas ao sistema FDI e, em conseqüência disso, à maneira como as falhas sãodetectadas, isoladas e classificadas. Uma busca por ferramentas matemáticas capazes desatisfazer os objetivos da arquitetura proposta apontou para o uso do filtro de Kalman eseus derivados EKF (Extended Kalman Filter) e UKF (Unscente ...

 

Download

Projeto de unidades produtivas

,

SUMÁRIO

Download

Tópico Assunto Página

1. Projeto do Layout Industrial 03

1.1. Introdução 03

1.2. Pressupostos metodológicos e Conceituais 04

1.2.1. O trabalho 05

1.2.2. Estratégia de produção 07

1.3. Sistemas de produção 09

1.4. Metodologia para o projeto de Unidades Industriais 13

1.5. Considerações finais 14

2. Metodologia de desenvolvimento do layout 16

2.1. Objetivos 16

2.2. Princípios do layout 17

2.3. Recomendações ao estudo do layout 18

2.4. Dados básicos necessários 19

2.5. Etapas do Trabalho 20

2.6. Documentos Gerados pelo Trabalho 23

3. Representações de fluxo do processo 26

4. Dimensionamento dos Principais Fatores de Produção 35

4.1. Dimensionamento de pessoal e equipamentos 37

4.2. Dimensionamento de materiais 38

4.2.1. Dimensionamento de matéria-prima em indústria de adição 38

4.2.2. Dimensionamento de materiais em industria de montagem 43

4.3. Dimensionamento de Áreas de Produção 46

4.3.1. Método do Centro de Produção 46

4.4. Dimensionamento de áreas de conjuntos de centros de produção e de

Departamentos

58

5. Estudo do Fluxo do Processo 59

5.1. Fluxos internos (no departamento e entre departamentos) 59

5.2. Fluxos gerais da fábrica (da unidade produtiva) 67

5.3. Áreas de Estocagem e de Expedição 69

5.4. Outras Áreas: Fatores Indiretos de Produção 73

6. Processos de Produção, Organização e Layout Industrial. 77

6.1. Processos de Produção 77

6.2. Tipos de Layout e Processos de Produção 79

6.3. Novos padrões de layout derivados das formas de gestão da produção e

do trabalho

84

6.3.1. Layout em grupo 87

6.3.2. Célula de Manufatura 89

6.3.3. Projeto Modular: layout modular, mini-fábrica. 95

7. Projeto dos Requisitos das Instalações 102

7.1. Riscos Ambientais 102

7.2. Principais Riscos ambientais estudados em projetos de unidades

UFSCar - DEP

Projeto de Unidades Produtivas

Prof. Dr. João Alberto Camarotto

2

industriais 105

7.2.1. Iluminação 105

7.2.2. Acústica 106

7.2.3. Riscos Químicos 106

7.2.4. Riscos biológicos 107

7.3. Incêndio 107

8. Processo geral de construção do layout 112

8.1. Métodos baseados no processo produtivo (Diagrama de Blocos). 113

8.1.1 Método das Seqüências Fictícias 113

8.1.2. Tecnologia de Grupo 114

8.1.3. Método dos elos 115

8.2. Modelagem tridimensional 116

8.3. Modelagem de fluxos. 117

9. Bibliografia 118

ANEXO 1 – Formas básicas de fluxos 121

ANEXO 2 – Sistemas especiais de dimensionamento 123

UFSCar - DEP

Projeto de Unidades Produtivas

Prof. Dr. João Alberto Camarotto

 

14 novembro 2009

Legislação de segurança e medicina do trabalho

,
Esta publicação tem por objetivo que o pequeno e micro empresário
compreenda a legislação sobre Segurança e Medicina no Trabalho
de uma forma simplificada, sistemática, clara.
As indústrias em geral, independentemente do porte, têm noção
da necessidade de prevenir os riscos dos acidentes do trabalho e
das doenças profissionais, mormente pelos altos custos que
representam e pela própria responsabilidade social. Entendemos
as dificuldades no conhecimento de todos os aspectos que norteiam
esta matéria, pois trata-se de procedimentos que impactam
diretamente a produtividade e a competitividade das empresas.
A FIESP/CIESP sempre sensibilizada com a micro e pequena indústria
elaborou o presente trabalho, de forma que todos os interessados
tenham melhor lucratividade e qualidade de vida por meio do
desempenho em segurança e medicina no trabalho nas empresas.

25 agosto 2009

Apostilas Jogos educacionais

,

Download

 

Resumo

O presente artigo tem por objetivo discutir sobre a importância da utilização de jogos educacionais na

educação, como forma de motivação do aluno. Além disso, abordaremos a tecnologia Flash e a utilização

da ferramenta de autoria Macromedia Flash MX no desenvolvimento de jogos educacionais.

Palavras-chave: jogos educacionais, Macromedia Flash MX

1. Computador na Educação

A importância do uso dos computadores e das novas tecnologias na educação deve-se

hoje não somente ao impacto desta ferramenta na nossa sociedade e às novas exigências

sociais e culturais que se impõe, mas também ao surgimento da Tecnologia Educativa.

Eles começaram a ser utilizados no contexto educativo a partir do rompimento com o

paradigma tradicional e surgimento do construtivismo, que enfatiza a participação e

experimentação do sujeito na construção de seu próprio conhecimento, através de suas

interações. Com isso a capacidade do professor e o conteúdo dos livros constituem uma

condição necessária mas não suficiente para garantir a aprendizagem, pois ela envolve

um processo de assimilação e construção de conhecimentos e habilidades, de natureza

individual e intransferível.

Os efeitos do computador na escola dependem de diversos fatores, contudo a

generalidade da investigação aponta para a possibilidade de desenvolvimento de novas

competências cognitivas, entre elas: maior responsabilidade dos alunos pelo trabalho,

novos laços de entre-ajuda e novas relações professor-aluno. Assim, o computador se

constitui numa ferramenta poderosa, que pode (e deve) ter todas as suas potencialidades

utilizadas com propósitos educacionais, proporcionando ao professor a possibilidade de

enriquecer sua prática pedagógica com recursos multimídia, tais como jogos

educacionais, vídeos, animações, gráficos e outros materiais que possibilitem ao aluno

aprender de forma prazerosa, cativante, divertida e motivadora.

Neste sentido, os jogos educacionais podem ser um elemento catalisador, capaz de

contribuir para o "processo de resgate do interesse do aprendiz, na tentativa de melhorar

sua vinculação afetiva com as situações de aprendizagem" (Barbosa, 1998). A

vinculação afetiva exerce um papel fundamental, pois, cansado de muitas vezes tentar e

não alcançar resultados satisfatórios no chamado "tempo" da escola, o aluno

experimenta sentimentos de insatisfação constantes os quais funcionam como

bloqueadores nos avanços qualitativos de aprendizagem.

2. Jogos educacionais

De uma forma geral, os jogos fazem parte da nossa vida desde os tempos mais remotos,

estando presentes não só na infância, mas como em outros momentos. Os jogos podem

 

 

Guia de lubrificação para engenheiros

,

Download

O trem de força e os componentes do compartimento do motor dividem o ambiente

mais implacável do automóvel. Montados em cima ou em volta do motor, os

componentes desse compartimento operam normalmente sob temperaturas

que ultrapassam os 150°C. A tendência indica que esses

componentes se tornarão menores e funcionarão mais

aquecidos. Para os componentes do trem de força, adicione os desafios provocados por terra,

detritos da estrada, torque em baixa temperatura e grandes variações de temperatura. Os

lubrificantes sintéticos podem assegurar a confiabilidade e vida útil prolongada para esses

componentes.

Neste folheto, destacamos algo do que aprendemos a respeito de lubrificação de

trens de força e componentes do compartimento do motor — conhecimento obtido através do

trabalho com fabricantes de equipamentos e fornecedores Nível Um de categoria mundial. Utilize

este folheto para selecionar o melhor lubrificante para sua aplicação logo no início do projeto.

Posteriormente, entre em contato com a Nye para obter recomendações específicas —sobre o

SmartGreasecorreto para o desempenho do seu produto.

Visite o site NyeAutomotive.com para obter folhas de especificações técnicas, MSDS e mais informações

a respeito de lubrificantes sintéticos.

 

12 agosto 2009

A conciliação de procedimento e resultado: alguns aspectos da hodrostática de Pascal

,

1.                             A CONCILIAÇÃO DE PROCEDIMENTO E RESULTADO: ALGUNS ASPECTOS DA

2.                              

Resumo – Este trabalho aborda alguns aspectos relacionados à idéia de experiênciamos tratados físicos de Blaise Pascal (1623-1662), especialmente no que se refere à sua síntese hidrostática. Uma primeira aproximação mais detalhada sobre a maneira como Pascal descreveu suas experiências sugere que elas foram formuladas estabelecendo uma estreita relação entre procedimentos dedutivos e experimentais. Em comum com alonga e estabelecida tradição das matemáticas-mistas, essas experiências foram incorporadas por Pascal numa estrutura argumentativa formal. Estrategicamente focada para tornar suas demonstrações efetivas, a formulação de suas experiências sugere que Pascal%2

Apostila de mecânica dos fluidos

,

MECÂNICA DOS FLUIDOS

 

Mecânica dos fluidos é a ciência que tem por objetivo o estudo do comportamento

físico dos fluidos e das leis que regem este comportamento.

Aplicações:

_ Ação de fluidos sobre superfícies submersas. Ex.: barragens.

_ Equilíbrio de corpos flutuantes. Ex.: embarcações.

_ Ação do vento sobre construções civis.

_ Estudos de lubrificação.

_ Transporte de sólidos por via pneumática ou hidráulica. Ex.: elevadores

hidráulicos.

_ Cálculo de instalações hidráulicas. Ex.: instalação de recalque.

_ Cálculo de máquinas hidráulicas. Ex.: bombas e turbinas.

_ Instalações de vapor. Ex.: caldeiras.

_ Ação de fluidos sobre veículos (Aerodinâmica).

1.2- Definição de fluido

Fluido é uma substância que não tem forma própria, e que, se estiver em repouso,

não resiste a tensões de cisalhamento.

Classificação - Líquidos: _ admitem superfície livre

_ __ _ são incompressíveis

_ __ _ indilatáveis

Gases: _ não admitem superfície livre

_ __ _ compressíveis

_ __ _ dilatáveis

Pressão (p)

 

Elemento de mecância dos fluidos

,

1.                             ELEMENTOS DE MECÂNICA DOS FLUIDOS

2.                              

Antes de qualquer coisa, é necessário que se diga de uma vez por todas que, na língua portuguesa, as vogais i e u não recebem acento quando constituírem sílaba tônica seguida denh, i ou u, como é o caso do substantivo fluido, cujos fundamentos de sua mecânica nos propomos a estudar nesta apostila. Fluído é o particípio passado do verbo fluir, e seria o objeto de nosso presente estudo, caso falássemos castelhano e nossa apostila se chamasse Elementos de Mecánica de los Fluidos.  finalidade principal da hidrodinâmica é o estabelecimento das leis que regem omovimento dos fluidos. A condição física de%

11 agosto 2009

Vacina contra a gripe suina, influenza ou H1N1

,

A matéria-prima para iniciar a produção de vacina contra a gripe  suína. Influenza, A, ou (H1N1) já chegou ao

Brasil, tendo sua produção iniciada em outubro.

De acordo com o instituto Butantan, o processo de produção é similar a o da gripe comum.

O Brasil, provavelmente, atenderá também os países vizinhos por ter o único laboratório de produção de vacinas na América latina.

Apostila de biologia celular

,

1.                             APOSTILA DE BIOLOGIA CELULAR

 

Organização Geral Do Corpo Humano: O ser humano possui uma organização

estrutural complexa, que inicia no nível químico e termina no nível sistêmico. 1º

nível (químico): inclui todas as substâncias químicas necessárias para o

funcionamento do organismo. Ex: oxigênio, nitrogênio, potássio, cálcio, sódio....

Estas substâncias são formadas

por átomos, e estes

combinados formam as

moléculas, como por exemplo

as proteínas, vitaminas,

carboidratos...

2º nível (celular): as moléculas

unidas dão origem a unidade

estrutural básica do nosso

organismo, as células, cada

uma com sua função específica

de acordo com a região em que

se encontram.

3º nível (tecidual): As células se combinam de acordo com suas funções

específicas e formam os tecidos. Ex: tecido nervoso, epitelial, conjuntivo,

muscular.

4º nível (orgânico): Dois ou mais tecidos organizados de acordo com a sua

função, se unem e dão origem aos órgãos, formados por células e tecidos

específicos. Ex: coração, pulmão, rim, intestino....

5º nível (sistêmico): Órgãos relacionados, que realizam uma função em

comum, formam os sistemas do nosso organismo. Ex: sistema respiratório,

formado pelos órgãos pulmões, traquéia, laringe, faringe, cavidade nasal, e

tem como função a condução do ar atmosférico até os alvéolos, onde

ocorre a troca gasosa. Todos os sistemas funcionando como um todo

formam o nosso organismo.

CÉLULAS: :São a unidade estrutural e funcional básica do nosso

organismo.

· Menor porção de massa organizada encontrada.

· Possui a capacidade de multiplicar-se.

· Sua estrutura básica consiste em membrana, citoplasma e núcleo.

Membrana Plasmática: Formada por uma bicamada lipídica,com proteínas e

carboidratos.

· Os lipídeos distribuem-se assimetricamente nas duas monocamadas

lipídicas e estão em constante movimentação.

· Proteínas atuam como forma de passagem através da membrana.

· Há dois tipos de proteínas presentes na membrana celular:

· Proteínas integrais ou intrínsecas: endoproteína, ectoproteína e

transmembrana.

· Principais proteínas relacionadas aos transporte: proteínas

carreadoras e proteínas canal (ambas transmembrana)

· Proteínas periféricas ou extrínsecas: internas e externas.

 

 

10 agosto 2009

Apostila de calorimetria

,

CALORIMETRIA

 

Coloca-se em contacto diferentes quantidades de água quente e fria num recipiente

termicamente isolado, verificando-se a conservação da energia térmica. Com base nessa

conservação, determina-se o calor específico de diversos corpos.

2. Tópicos teóricos

2.1 Conservação de energia

Sempre que dois sistemas, a diferentes temperaturas, são colocados dentro de um

recipiente termicamente isolado (o calorímetro), ocorre transferência de energia, na forma de

calor, do sistema a temperatura mais elevada para o sistema a temperatura mais baixa, até se

atingir o equilíbrio térmico, i.e., até os sistemas atingirem a mesma temperatura (temperatura

de equilíbrio, TEq).

A unidade vulgarmente usada em termodinâmica para medir a transferência de energia

térmica é a caloria (cal), que corresponde à quantidade de energia necessária para aumentar a

temperatura de um grama de água de 14,5 ºC para 15,5 ºC. No entanto, e para este trabalho,

esta definição pode ser generalizada dizendo simplesmente que a caloria é a quantidade de

energia necessária para elevar em 1 celsius a temperatura de um grama de água (a variação

com a temperatura é pequena). (1 cal = 4.186 J; ter em atenção que a unidade SI de energia é

o joule: 1 J = 1 Nm =1 kg m2 s-2.)

O calor específico de uma substância, c, é a quantidade de energia necessária para

aumentar a temperatura de um grama da substância em 1 celsius. Assim, pela definição de

caloria, o calor específico da água é 1 cal/(g ºC).

Considerando uma substância de massa m e de calor específico c, o calor, DH,

necessário para variar a temperatura dessa substância de DT, será dado por:

DHDT = c m DT.

2.2 Determinação dos calores específicos

A condição de equilíbrio térmico entre dois corpos, A e B, com temperaturas iniciais

TA e TB, respectivamente, e a conservação de energia, exigem

cAmA|DTA| = cBmB|DTB|,

sendo mA e mB as massas dos dois corpos, cA e cB os seus calores específicos e DTA =TEq-TA e D

TB =TEq-TB as variações de temperatura dos corpos A e B, respectivamente.

 

 

 

O Pregador Copyright © 2011 | Template design by O Pregador | Powered by Blogger Templates