14 abril 2011

Fitopatologia - Bibliografia recomendada

,

BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA

 

1. AGRIOS, G.N. ed. Plant Pathology. Fourth Edition. Academic Press Inc. New York. 703p. 1997.

2. BERGAMIN FILHO, A.; KIMATI, H. & AMORIM, L. eds. Manual de Fitopatologia. Volume 1 -

Princípios e Conceitos. 3ª Edição. Editora Agronômica Ceres Ltda. São Paulo. 920p. 1995.

3. BRASILEIRO, A.C.M. & CARNEIRO, V.T.C. Manual de transformação genética de plantas.

EMBRAPA. Brasília, DF.309p. 1998.

4. DIANESE, J.C. ed. Patologia Vegetal: Agressão e defesa em sistemas planta/patógeno. Brasília,

DF. Editora Universidade de Brasília. 139p. 1990.

5. FERREIRA, F.A. ed. Patologia Florestal. Principais Doenças Florestais no Brasil. Sociedade de

Investigações Florestais. Viçosa, MG. 570p. 1989.

6. LUC, N.; SIKORA, R.A. & BRIDGE, J.eds. Plant Parasitic Nematodes in Subtropical and Tropical

Agriculture. Cambrian Printers Ltd. Aberystujth. 629p. 1993.

7. KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIN FILHO, A., CAMARGO, L.E.A. eds.

Manual de Fitopatologia. Volume 2. – Doenças das Plantas Cultivadas. 4ª Edição. Editora

Agronômica Ceres Ltda. São Paulo. 665p. 2005.

8. LUZ, W.C.; FERNANDES, J.M.; PRESTES, A.M. & PICININI, E.C. eds. Revisão Anual de

Patologia de Plantas. Volume 1. Passo Fundo, RS. Gráfica e Editora Padre Berthier dos

Missionários da Sagrada Família. 418p. 1993.

9. LUZ, W.C.; FERNANDES, J.M.; PRESTES, A.M. & PICININI, E.C. eds. Revisão Anual de

Patologia de Plantas. Volume 2. Passo Fundo, RS. Gráfica e Editora Padre Berthier dos

Missionários da Sagrada Família. 415p. 1994.

10. LUZ, W.C.; FERNANDES, J.M.; PRESTES, A.M. & PICININI, E.C. eds. Revisão Anual de

Patologia de Plantas. Volume 3. Passo Fundo, RS. Gráfica e Editora Padre Berthier dos

Missionários da Sagrada Família. 430p. 1995.

11. LUZ, W.C.; FERNANDES, J.M.; PRESTES, A.M. & PICININI, E.C. eds. Revisão Anual de

Patologia de Plantas. Volume 4. Passo Fundo, RS. Gráfica e Editora Padre Berthier dos

Missionários da Sagrada Família. 415p. 1996.

 

Apostila: Gráficos de Curvas de Magnetização de Materiais Magnéticos

,

CURVAS DE MAGNETIZAÇÃO

 

 

(Extraídas do livro ELETROMAGNETISMO, J. A.Edminister, pág. 164, 165)

 

Curvas de desmagnetização para alguns ímãs permanentes

Extraídas do Livro Circuitos Magnéticos y Transformadores – MIT Staff, pg. 97

 

 

"Michael Faraday

Fez enormes e importantes descobertas

sobre o eletromagnetismo.

Lei de Faraday: campo magnético que

varia com o tempo produz uma força

eletromotriz: _ = d_B

dt

Construiu o primeiro dínamo.

E também o motor elétrico! Variações:

motor homopolar, ou outro motor homoplar,

ou carrinho homopolar..

A divisão entre os vários tipos de

eletricidade (estática, corrente e animal)

era ilusória.

"

Apostila Eletricidade e Magnetismo

,

A eletricidade e o magnetismo eram conhecidos desde a

antiguidade.

A bateria de Bagdá

Bússola chinesa

Porém, uma compreensão sistemática só começou cerca de 4

séculos atrás!

 

William Gilbert

 

Estudou a eletricidade estática e

o magnetismo em 1600.

Estudou a eletricidade estática e

o magnetismo em 1600.

Usava um pedaço de ambar (em

grego: elektron).

 

Apostila de Eletromagnetismo - Cargas eletricas e campo eletrostatico

,

Os primeiros fenômenos de origem eletrostática foram observados pelos gregos, 5 séculos antes de Cristo. Eles observaram que pedaços de âmbar (elektra), quando atritados com tecidos adquiriam a capacidade de atraírem pequenas partículas de outros materiais. Como a ciência experimental e dedutiva ainda estava longe de ser desenvolvida, o interesse nesse fenômeno sempre permaneceu no campo da lógica e da filosofia. A interação entre objetos eletricamente carregados (força eletrostática) só foi quantificada e equacionada no século 18 (1746), por um cientista francês chamado C. Coulomb.

1.1 - FORÇA ENTRE CARGAS ELÉTRICAS - LEI DE COULOMB

O trabalho de Coulomb consistiu em, usando uma balança de torção muito sensível, medir a força de atração (ou repulsão) entre dois corpos carregados, em função da distância que os separava.

Conceito

A intensidade da força entre dois objetos pequenos, separados pelo vácuo ou pelo espaço livre, sendo a distância entre eles muito maior que os seus raios, é diretamente proporcional ao produto entre as cargas, e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles.

 

F=kQ.QR(N)122

(1.1)

 

F

(N)

Força de origem eletrostática, de repulsão (cargas de mesmo sinal) ou atração (cargas de sinais opostos)

Q1, Q2

(C)

Cargas elétricas, positivas ou negativas

R

(m)

Distância entre os centros das cargas

k

Constante de proporcionalidade

 

FORÇA ENTRE CARGAS ELÉTRICAS E O CAMPO ELETROSTÁTICO


 

A força eletrostática é uma grandeza vetorial: possui intensidade, direção e sentido. Ela age ao longo da linha que une as duas cargas. Também é uma força mútua. Cada uma das cargas sofre a ação de uma força de mesma magnitude, porém, de sentido contrário. A força será repulsiva, se as duas cargas forem de mesma natureza (mesmo sinal), ou atrativa, se de sinais contrários.

 

1.2 - O CAMPO ELÉTRICO

Considere duas cargas, uma carga Q em uma posição fixa, e uma carga de teste Qt. Movendo-se a carga de teste Qt lentamente em torno da carga fixa Q, ela sofrerá a ação de uma força rF. Como essa força sempre será ao longo da linha que une as duas cargas, ela será sempre radial, considerando a posição da carga Q como origem. Além do mais, essa força aumentará de intensidade se aproximarmos a carga de teste da carga Q, e diminuirá se a afastarmos.

 

Capítulo 1          

Capítulo 2           

Capítulo 3     

Capítulo 4

Capítulo 5                                                   

Capítulo 6          

Capítulo 7           

Capítulo 8       

Capítulo 9        

Capítulo 10                                                

Capítulo 11        

Capítulo 12         

Capítulo 13       

Capítulo 14       

Capítulo 15
                                                      Revisão de Análise Vetorial

 

Apostila Sobre Magnetismo

,

 

Roteiro

 

Parte I

1. O fenômeno do magnetismo

2. Momento angular e magnetização

3. Momentos magnéticos localizados

Parte II

4. Magnetismo em metais

5. A curva de magnetização

6. Mecânica estatística e magnetismo

7. Magnetismo e dimensionalidade

8. Unidades

 

Classificação geral dos materiais quanto ao magnetismo

 

Diamagnéticos: repelidos por uma região de campo mais intenso

Paramagnéticos: atraídos por uma região de campo mais intenso

Ferromagnéticos: fortemente atraídos por uma região de campo mais intenso

 

 

Portadores e interação no magnetismo

 

•O magnetismo da matéria surge essencialmente dos elétrons, que contribuem com dois termos: orbital e de spin.

•Os sistemas relevantes para o magnetismo são aqueles nos quais existem a) átomos com camadas eletrônicas incompletas, b) elétrons de condução.

•A ordem magnética surge da interação de troca (ou intercâmbio), interação de origem eletrostática.

 

12 abril 2011

Apostila de conhecimentos hidraulicos e pneumaticos

,

1 – Contexto de hidráulica e pneumática

2 – Tecnologias para ação mecânica

3 – Sistema de ação e controle

4 – Princípios físicos fundamentais

5 – Fluidos hidráulicos e pneumáticos

6 – Princípios de pascal

7 – Compressibilidade dos fuidos

8 – Expressão do módulo de compressibilidade  

Apostila de comandos hidráulicos

,

Apostila de Comandos Hidráulicos

 

 

Para incentivar, ampliar e difundir as tecnologias de automação industrial da Parker Hannifin,

numa gama tão ampla de aplicações, foi criada, na Parker Jacareí, a Parker Training.

Há mais de 26 anos treinando profissionais em empresas, escolas e universidades, a Parker

Training vem oferecendo treinamento técnico especializado e desenvolvendo material didático

diversificado e bem elaborado, com o intuito de facilitar a compreensão.

Com instrutores qualificados, esse projeto é pioneiro na área de treinamento em automação

industrial no Brasil, e colaborou para a formação de mais de 25 mil pessoas, em aproximadamente

4 mil empresas, através de cursos e materiais reconhecidos pelo conteúdo técnico e qualidade

de ensino.

Para alcançar tais números e continuar a atender seus clientes, de forma cada vez melhor, com

uma parceria cada vez mais forte, os profissionais da Parker Training se dedicam a apresentar

sempre novos conceitos em cursos e materiais didáticos.

São ministrados cursos abertos ou “in company” em todo o país, através de instrutores próprios

ou de uma rede de franqueados, igualmente habilitada e com a mesma qualidade de treinamento.

Os cursos oferecidos abrangem as áreas de Automação Pneumática/Eletropneumática,

Manutenção de Equipamentos Pneumáticos/Hidráulicos, Técnicas de Comando Pneumático,

Controladores Lógicos Programáveis e Hidráulica/Eletrohidráulica Industrial com controle

proporcional.

São oferecidos também programas de treinamento especial com conteúdo e carga horária de

acordo com as necessidades do cliente, empresa ou entidade de ensino.

Faz parte dos nossos cursos uma grande gama de materiais didáticos de apoio, que facilita e

agiliza o trabalho do instrutor e do aluno: transparências, componentes em corte, símbolos

magnéticos, apostilas e livros didáticos ligados às técnicas de automação, gabaritos para desenho

de circuitos, fitas de vídeo, software de desenho e simulação de circuitos pneumáticos e

hidráulicos, além de bancadas de treinamento para realização prática destes circuitos.

 

Apostila de Comandos Hidráulicos Caminhões e Ônibus

,

Apostila de Comandos Hidráulicos

 

Caminhões e Ônibus

 

 

 

Aeroespacial

 

Líder em desenvolvimento, projeto,

manufatura e serviços de sistemas

de controle e componentes para o

mercado aeroespacial e segmentos

relacionados com alta tecnologia,

alcançando crescimento lucrativo

através de excelência no

atendimento ao cliente.

 

Hidráulica

 

Projeta, manufatura e comercializa

uma linha completa de componentes

e sistemas hidráulicos para

fabricantes e usuários de

máquinas e equipamentos no

segmento industrial e mobil.

 

20 março 2010

O que você acha do Fantástico da rede globo?

,
Em súmula, o Fantástico hoje pouco se compara a um programa jornalístico, parecendo muito mais com um programa de humor, ou um daqueles programinhas de fofoca que passam em canais como, Band, SBT e outros.

Deixe lá a sua opinião!

Letrinhas

18 março 2010

Blog do Letrinhas

,

O LETRINHAS é um blog que se destina, acima de tudo, a publicar análises críticas de Livros, Filmes, Programas de TV, sites da Web e muito mais.

Sinta-se à vontade para deixar a sua opinião acerca de cada assunto publicado.

Entre nesta discussão, e mostra para o mundo os seus pensamentos, sobre os mais variados assuntos.

 

E para começar: O que você pensa da TV aberta brasileira.

É Fantástico ou patético?

 

 

03 março 2010

Sistema de Detecção e Isolamento de Falhas emSistemas Dinâmicos Baseado em Identificação Paramétrica

,

O presente trabalho visa contribuir com a área de detecção e diagnóstico de falhas emsistemas dinâmicos através da proposta de uma nova arquitetura de sistemas de detecçãoe isolamento de falhas (FDI, Fault Detection and Isolation). A arquitetura proposta trazinovações no que se refere à maneira como as grandezas físicas do processo monitoradosão relacionadas ao sistema FDI e, em conseqüência disso, à maneira como as falhas sãodetectadas, isoladas e classificadas. Uma busca por ferramentas matemáticas capazes desatisfazer os objetivos da arquitetura proposta apontou para o uso do filtro de Kalman eseus derivados EKF (Extended Kalman Filter) e UKF (Unscente ...

 

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Projeto de unidades produtivas

,

SUMÁRIO

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Tópico Assunto Página

1. Projeto do Layout Industrial 03

1.1. Introdução 03

1.2. Pressupostos metodológicos e Conceituais 04

1.2.1. O trabalho 05

1.2.2. Estratégia de produção 07

1.3. Sistemas de produção 09

1.4. Metodologia para o projeto de Unidades Industriais 13

1.5. Considerações finais 14

2. Metodologia de desenvolvimento do layout 16

2.1. Objetivos 16

2.2. Princípios do layout 17

2.3. Recomendações ao estudo do layout 18

2.4. Dados básicos necessários 19

2.5. Etapas do Trabalho 20

2.6. Documentos Gerados pelo Trabalho 23

3. Representações de fluxo do processo 26

4. Dimensionamento dos Principais Fatores de Produção 35

4.1. Dimensionamento de pessoal e equipamentos 37

4.2. Dimensionamento de materiais 38

4.2.1. Dimensionamento de matéria-prima em indústria de adição 38

4.2.2. Dimensionamento de materiais em industria de montagem 43

4.3. Dimensionamento de Áreas de Produção 46

4.3.1. Método do Centro de Produção 46

4.4. Dimensionamento de áreas de conjuntos de centros de produção e de

Departamentos

58

5. Estudo do Fluxo do Processo 59

5.1. Fluxos internos (no departamento e entre departamentos) 59

5.2. Fluxos gerais da fábrica (da unidade produtiva) 67

5.3. Áreas de Estocagem e de Expedição 69

5.4. Outras Áreas: Fatores Indiretos de Produção 73

6. Processos de Produção, Organização e Layout Industrial. 77

6.1. Processos de Produção 77

6.2. Tipos de Layout e Processos de Produção 79

6.3. Novos padrões de layout derivados das formas de gestão da produção e

do trabalho

84

6.3.1. Layout em grupo 87

6.3.2. Célula de Manufatura 89

6.3.3. Projeto Modular: layout modular, mini-fábrica. 95

7. Projeto dos Requisitos das Instalações 102

7.1. Riscos Ambientais 102

7.2. Principais Riscos ambientais estudados em projetos de unidades

UFSCar - DEP

Projeto de Unidades Produtivas

Prof. Dr. João Alberto Camarotto

2

industriais 105

7.2.1. Iluminação 105

7.2.2. Acústica 106

7.2.3. Riscos Químicos 106

7.2.4. Riscos biológicos 107

7.3. Incêndio 107

8. Processo geral de construção do layout 112

8.1. Métodos baseados no processo produtivo (Diagrama de Blocos). 113

8.1.1 Método das Seqüências Fictícias 113

8.1.2. Tecnologia de Grupo 114

8.1.3. Método dos elos 115

8.2. Modelagem tridimensional 116

8.3. Modelagem de fluxos. 117

9. Bibliografia 118

ANEXO 1 – Formas básicas de fluxos 121

ANEXO 2 – Sistemas especiais de dimensionamento 123

UFSCar - DEP

Projeto de Unidades Produtivas

Prof. Dr. João Alberto Camarotto

 

14 novembro 2009

Legislação de segurança e medicina do trabalho

,
Esta publicação tem por objetivo que o pequeno e micro empresário
compreenda a legislação sobre Segurança e Medicina no Trabalho
de uma forma simplificada, sistemática, clara.
As indústrias em geral, independentemente do porte, têm noção
da necessidade de prevenir os riscos dos acidentes do trabalho e
das doenças profissionais, mormente pelos altos custos que
representam e pela própria responsabilidade social. Entendemos
as dificuldades no conhecimento de todos os aspectos que norteiam
esta matéria, pois trata-se de procedimentos que impactam
diretamente a produtividade e a competitividade das empresas.
A FIESP/CIESP sempre sensibilizada com a micro e pequena indústria
elaborou o presente trabalho, de forma que todos os interessados
tenham melhor lucratividade e qualidade de vida por meio do
desempenho em segurança e medicina no trabalho nas empresas.

25 agosto 2009

Apostilas Jogos educacionais

,

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Resumo

O presente artigo tem por objetivo discutir sobre a importância da utilização de jogos educacionais na

educação, como forma de motivação do aluno. Além disso, abordaremos a tecnologia Flash e a utilização

da ferramenta de autoria Macromedia Flash MX no desenvolvimento de jogos educacionais.

Palavras-chave: jogos educacionais, Macromedia Flash MX

1. Computador na Educação

A importância do uso dos computadores e das novas tecnologias na educação deve-se

hoje não somente ao impacto desta ferramenta na nossa sociedade e às novas exigências

sociais e culturais que se impõe, mas também ao surgimento da Tecnologia Educativa.

Eles começaram a ser utilizados no contexto educativo a partir do rompimento com o

paradigma tradicional e surgimento do construtivismo, que enfatiza a participação e

experimentação do sujeito na construção de seu próprio conhecimento, através de suas

interações. Com isso a capacidade do professor e o conteúdo dos livros constituem uma

condição necessária mas não suficiente para garantir a aprendizagem, pois ela envolve

um processo de assimilação e construção de conhecimentos e habilidades, de natureza

individual e intransferível.

Os efeitos do computador na escola dependem de diversos fatores, contudo a

generalidade da investigação aponta para a possibilidade de desenvolvimento de novas

competências cognitivas, entre elas: maior responsabilidade dos alunos pelo trabalho,

novos laços de entre-ajuda e novas relações professor-aluno. Assim, o computador se

constitui numa ferramenta poderosa, que pode (e deve) ter todas as suas potencialidades

utilizadas com propósitos educacionais, proporcionando ao professor a possibilidade de

enriquecer sua prática pedagógica com recursos multimídia, tais como jogos

educacionais, vídeos, animações, gráficos e outros materiais que possibilitem ao aluno

aprender de forma prazerosa, cativante, divertida e motivadora.

Neste sentido, os jogos educacionais podem ser um elemento catalisador, capaz de

contribuir para o "processo de resgate do interesse do aprendiz, na tentativa de melhorar

sua vinculação afetiva com as situações de aprendizagem" (Barbosa, 1998). A

vinculação afetiva exerce um papel fundamental, pois, cansado de muitas vezes tentar e

não alcançar resultados satisfatórios no chamado "tempo" da escola, o aluno

experimenta sentimentos de insatisfação constantes os quais funcionam como

bloqueadores nos avanços qualitativos de aprendizagem.

2. Jogos educacionais

De uma forma geral, os jogos fazem parte da nossa vida desde os tempos mais remotos,

estando presentes não só na infância, mas como em outros momentos. Os jogos podem

 

 

Guia de lubrificação para engenheiros

,

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O trem de força e os componentes do compartimento do motor dividem o ambiente

mais implacável do automóvel. Montados em cima ou em volta do motor, os

componentes desse compartimento operam normalmente sob temperaturas

que ultrapassam os 150°C. A tendência indica que esses

componentes se tornarão menores e funcionarão mais

aquecidos. Para os componentes do trem de força, adicione os desafios provocados por terra,

detritos da estrada, torque em baixa temperatura e grandes variações de temperatura. Os

lubrificantes sintéticos podem assegurar a confiabilidade e vida útil prolongada para esses

componentes.

Neste folheto, destacamos algo do que aprendemos a respeito de lubrificação de

trens de força e componentes do compartimento do motor — conhecimento obtido através do

trabalho com fabricantes de equipamentos e fornecedores Nível Um de categoria mundial. Utilize

este folheto para selecionar o melhor lubrificante para sua aplicação logo no início do projeto.

Posteriormente, entre em contato com a Nye para obter recomendações específicas —sobre o

SmartGreasecorreto para o desempenho do seu produto.

Visite o site NyeAutomotive.com para obter folhas de especificações técnicas, MSDS e mais informações

a respeito de lubrificantes sintéticos.

 

 

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