15 abril 2011

Apostila de alvenaria

,

ALVENARIA

 

APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO; VOCÊ DEVERÁ SER CAPAZ DE:

·         Escolher a alvenaria adequada;

·         Orientar a elevação das paredes (primeira fiada, cantos, prumo, nível);

·         Especificar o tipo de argamassa de assentamento;

·         Especificar e conhecer o tipo de amarração;

·         Especificar os tipos de reforços nos vãos das alvenarias.

·         Executar corretamente os muros de fechamento de divisas.

 

 

            Alvenaria, pelo dicionário da língua portuguesa, é a arte ou ofício de pedreiro ou alvanel, ou ainda, obra composta de pedras naturais ou artificiais, ligadas ou não por argamassa.

            Modernamente se entende por alvenaria, um conjunto coeso e rígido, de tijolos ou blocos (elementos de alvenaria) unidos entre si por argamassa.

            A alvenaria pode ser empregada na confecção de diversos elementos construtivos (paredes, abóbadas, sapatas, etc...) e pode ter função estrutural, de vedação etc...Quando a alvenaria é empregada na construção para resistir cargas, ela é chamada Alvenaria resistente, pois além do seu peso próprio, ela suporta cargas (peso das lajes, telhados, pavim. superior, etc...)

            Quando a alvenaria não é dimensionada para resistir cargas verticais além de seu peso próprio é denominada Alvenaria de vedação. As paredes utilizadas como elemento de vedação devem possuir características técnicas que são:

 

·        Resistência mecânica

·        Isolamento térmico e acústico

·        Resistência ao fogo

·        Estanqueidade

·        Durabilidade

 

As alvenarias de tijolos e blocos cerâmicos ou de concreto, são as mais utilizadas, mas existe investimentos crescentes no desenvolvimento de tecnologias para industrialização de sistemas construtivos aplicando materiais diversos. No entanto neste capítulo iremos abordar os elementos de alvenaria tradicionais.

 

 

4.1 - ELEMENTO DE ALVENARIA

 

       Produto industrializado, de formato paralelepipedal, para compor uma alvenaria, podendo ser:

 

 

4.1.1 - Tijolos de barro cozido

 

a - Tijolo comum (maciço, caipira)

 

São blocos de barro comum, moldados com arestas vivas e retilíneas (Figura 4.1), obtidos após a queima das peças em fornos contínuos ou periódicos com temperaturas das ordem de 900 a 1000°C.

* dimensões mais comuns: 21x10x5

* peso: 2,50kg

* resistência do tijolo: 20kgf/cm²

* quantidades por m²:

    parede de 1/2 tijolo: 77un

    parede de 1 tijolo: 148un

 

 

 

 

Figura 4.1 - Tijolo comum

 

 

b - Tijolo furado (baiano)

 

Tijolo cerâmico vazado, moldados com arestas vivas retilíneas. São produzidos a partir da cerâmica vermelha, tendo a sua conformação obtida através de extrusão.

 

* dimensões: 9x19x19cm

* quantidade por m²:

    parede de 1/2 tijolo: 22un

    parede de 1 tijolo: 42un

* peso 3,0kg

* resistência do tijolo espelho: 30kgf/cm²  e um tijolo: 10kgf/cm²

* resistência da parede 45kgf/cm²

 

            A seção transversal destes tijolos é variável, existindo tijolos com furos cilíndricos (Figura 4.2) e com furos prismáticos (Figura 4.3).

            No assentamento, em ambos os casos, os furos dos tijolos estão dispostos paralelamente à superfície de assentamento o que ocasiona uma diminuição da resistência dos painéis de alvenaria.

            As faces do tijolo sofrem um processo de vitrificação, que compromete a aderência com as argamassas de assentamento e revestimento, por este motivo são constituídas por ranhuras e saliências, que aumentam a aderência.

Figura 4.2 - Tijolo com furo cilíndrico

 

 

 

Figura 4.3 - Tijolo com furo prismático

 

 

c - Tijolo laminado  (21 furos)

 

Tijolo cerâmico utilizado para executar paredes de tijolos à vista (Figura 4.4). O processo de fabricação é semelhante ao do tijolo furado.

 

* dimensões: 23x11x5,5cm

* quantidade por m²:

    parede de 1/2 tijolo: 70un

    parede de 1 tijolo: 140un

* peso aproximado 2,70kg

* resistência do tijolo 35kgf/cm²

* resistência da parede: 200 a 260kgf/cm²

 

 

Figura 4.4 - Tijolo laminado

 

A tabela 4.1 determina as dimensões normalizadas para os elementos cerâmicos existentes comercialmente.

 

 

Tabela 4.1 - Dimensões normalizadas dos elementos cerâmicos

 

Tabela NBR - Dimensões nominais de blocos de vedação e estruturais, comuns e especiais

 

Tipo(A)

Dimensões nominais (mm)

 

         L  x  H  x  C  (cm)

Largura (L)

Altura(H)

Comprimento(C)

 

10 x 20 x 20

90

190

190

10 x 20 x 25

90

190

240

10 x 20 x 30

90

190

290

10 x 20 x 40

90

190

390

12,5 x 20 x 20

115

190

190

12,5 x 20 x 25

115

190

240

12,5 x 20 x 30

115

190

290

12,5 x 20 x 40

115

190

390

15 x 20 x 20

140

190

190

15 x 20 x 25

140

190

240

15 x 20 x 30

140

190

290

15 x 20 x 40

140

190

390

20 x 20 x 20

190

190

190

20 x 20 x 25

190

190

240

20 x 20 x 30

190

190

290

20 x 20 x 40

190

190

390

Medidas especiais

Dimensões nominais (mm)

L x H x C   (cm)

Largura (L)

Altura(H)

Comprimento(C)

10 x 10 x 20

90

90

190

10 x 15 x 20

90

140

190

10 x 15 x 25

90

140

240

12,5 x 15 x 25

115

140

240

 

 

 

 

4.1.2 - Tijolos de solo cimento

 

Material obtido pela mistura de solo arenoso - 50 a 80% do próprio terreno onde se processa a construção, cimento Portland de 4 a 10%, e água, prensados mecanicamente ou manualmente. São assentados por argamassa mista de cimento, cal e areia no traço 1:2:8 (Figura4.5) ou por meio de cola (Figura 4.6).

 

* dimensões: 20x10x4,5cm

* quantidade: a mesma do tijolo maciço de barro cozido

* resistência a compressão: 30kgf/cm²

 

 

 

Figura 4.5 - Tijolo de solo cimento comum

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura 4.6 - Tijolo de solo cimento assentado com cola

 

 

4.1.3 - Blocos de concreto

 

Peças regulares e retangulares, fabricadas com cimento, areia, pedrisco, pó de pedra e água (Figura 4.7; 4.8). O equipamento para a execução dos blocos é a presa hidráulica. O bloco é obtido através da dosagem racional dos componentes, e dependendo do equipamento é possível obter peças de grande regularidade e com faces e arestas de bom acabamento. Em relação ao acabamento os blocas de concreto podem ser para revestimento (mais rústico) ou aparentes.

 

 

Figura 4.7 - Bloco de concreto

 

 

A Tabela 4.2 determina as dimensões nominais dos blocos de concreto mais utilizados.

 

 

Tabela 4.2 - Dimensões nominais dos blocos de concreto

 

dimensões

a

 

b

 

c

peso

 

a

 

b

 

c

peso

*:

09

x

19

x

39

10kg

 

09

x

19

x

19

4,8kg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

11

x

19

x

39

10,7kg

1/2 tijolo

14

x

19

x

19

6,7kg

 

14

x

19

x

39

13,6kg

 

19

x

19

x

19

8,7kg

 

19

x

19

x

39

15,5kg

 

 

 

 

 

 

 

* quantidade de blocos por m² : 12,5un

* resistência do bloco: deve-se consultar o fabricante

 

 

Figura 4.8 - Bloco canaleta

 

Bloco Canaleta :          14 x 19 x 39 = 13,50 kg

                                   19 x 19 x 39 = 18,10 kg

 

 

 

 

 

4.2 – ELEVAÇÃO DA ALVENARIA:

 

 

4.2.1 - Paredes de tijolos maciços

 

Depois de, no mínimo, um dia da impermeabilização, serão erguidas as paredes conforme o projeto de arquitetura. O serviço é iniciado pêlos cantos (Figura 4.9) após o destacamento das paredes (assentamento da primeira fiada), obedecendo o prumo de pedreiro para o alinhamento vertical (Figura 4.10) e o escantilhão no sentido horizontal (Figura 4.9).

Os cantos são levantados primeiro porque, desta forma, o restante da parede será erguida sem preocupações de prumo e horizontalidade, pois estica-se uma linha entre os dois cantos já levantados, fiada por fiada.

A argamassa de assentamento utilizada é de cimento, cal e areia no traço 1:2:8.

 

 

 

Figura 4.9 - Detalhe do nivelamento da elevação da alvenaria

 

 

 

Figura 4.10 - Detalhe do prumo das alvenarias

 

 

Podemos ver nos desenhos (Figura 4.11; 4.12; 4.13) a maneira mais prática de executarmos a elevação da alvenaria, verificando o nível e o prumo.

 

 

1o – Colocada a linha, a argamassa e disposta sobre a fiada anterior, conforme a Figura 4.11.

 

 

Figura 4.11 - Colocação da argamassa de assentamento

 

 

 

 

2o - Sobre a  argamassa o tijolo e assentado com a face rente à linha, batendo e acertando com a colher conforme Figura 4.12.

 

 

 

 

 

Figura 4.12 - Assentamento do tijolo

 

 

3o - A sobra de argamassa é retirada com a colher, conforme Figura 4.13.

 

 

Figura 4.13 - Retirada do excesso de argamassa

 

 

NR10 Comentada

,

Baixar

 

SUMÁRIO

 

Objetivo e campo de aplicação

Medidas de controle

Segurança em projetos

Segurança na construção, montagem, operação e manutenção

Segurança em instalações elétricas desenergizadas

Segurança em instalações elétricas energizadas

Trabalhos envolvendo alta tensão

Habilitação, qualificação, capacitação e autorização dos trabalhadores

Proteção contra incêndio e explosão

Sinalização de segurança

Procedimento de trabalho

Situação de emergência

Responsabilidades

Disposições finais

Glossário

Treinamento

 

Apresentação

 

A publicação da nova Norma Regulamentadora No 10,através da Portaria 598 do Ministério do Trabalho e emprego, é um marco muito importante para a engenharia das instalações elétricas no Brasil. A NR-10 é um regulamento de segurança em instalações e serviços em eletricidade e, por isso, é de uso compulsório.A sua publicação em 08/12/2004 alterou a forma de se projetar, executar e manter as instalações elétricas e de se realizar os serviços em eletricidade.Esta NR-10 comentada foi elaborada com o objetivo de contribuir com a comunidade técnica para o entendimento deste regulamento.

14 abril 2011

Apostila de teoria musical

,

Apostila

 

Governo do Estado do Ceará - Secretaria da Cultura

Sistema Estadual de Bandas de Música – Apostila editada em Setembro/2008

 

MÚSICA: É a arte de combinar os sons simultânea e sucessivamente, com ordem,

equilíbrio e proporção, dentro do tempo.

É a arte de manifestar os diversos afetos de nossa alma mediante o som.

As principais partes que constituem a MÚSICA são:

1) MELODIA – É a combinação dos SONS SUCESSIVOS (dados uns após outros). É

a concepção horizontal da Música.

2) HARMONIA – É a combinação dos SONS SIMULTÂNEOS (dados de uma só

vez). É a concepção vertical da Música.

3) CONTRAPONTO – É o conjunto de melodias dispostas em ordem simultânea. É a

concepção ao mesmo tempo horizontal e vertical da Música.

4) RÍTMO – É a combinação dos valores tempo.

Escreve-se a música sobre 5 linhas e 4 espaços horizontais paralelas e eqüidistantes.

A estas linhas e espaços dá-se o nome de PAUTA ou PENTAGRAMA.

Ex.:

Linhas e Espaços:

CLAVE é o sinal colocado no inicio da pauta, sobre determinada linha, para dar nome às

notas. As Claves são 3 (três):

CLAVE DE SOL Escrita na 2ª linha. Há algum tempo atrás, também era usada na 1ª

linha.

CLAVE DE FÁ É escrita na 3ª ou na 4ª linha.

CLAVE DE DÓ É escrita na 1ª, 2ª, 3ª ou 4ª linha.

Nome das notas nas linhas: Nome das notas nos espaços:

MI SOL SI RÉ FÁ FÁ LÁ DÓ MI

Também se pode colocar a FERMATA sobre uma PAUSA.

Neste caso a fermata passa a chamar-se SUSPENSÃO.

LINHA DE OITAVA

A linha de oitava (8ª........), quando colocada acima ou abaixo de uma nota ou de um grupo

de notas, indica que as mesmas devem ser executadas respectivamente uma oitava acima ou

abaixo.

ANDAMENTOS

É o movimento rápido ou lento de execução da música, guardando sempre a precisão dos

tempos do compasso.

Conforme a movimentação, mais ou menos rápida, consideram-se três tipos de andamentos:

LENTOS, MODERADOS E RÁPIDOS.

Os andamentos são indicados através de palavras, geralmente italianas.

AS PALAVRAS MAIS USADAS SÃO:

ANDAMENTOS LENTOS:

LARGO – O mais lento

LARGHETTO – Um pouco menos lento

LENTO – Lento

ADÁGIO – Um pouco mais movido que o precedente

ANDAMENTOS MODERADOS:

ANDANTE – Mais movido que o adágio

ANDANTINO – Pouco mais rápido que o anterior

MODERATO – Moderado

ALLEGRETTO – Mais rápido que o moderato.

ANDAMENTOS RÁPIDOS

ALLEGRO – Rápido

VIVACE – Ainda mais rápido

VIVO – Bastante movido

PRESTO – Muito rápido

PRESTÍSSIMO – O mais rápido de todos

METRÔNOMO

Tais palavras, porém, têm sentido vago, impreciso e não determinam em absoluto o

ANDAMENTO exato do trecho.

Para determinar com absoluta certeza a duração exata do tempo, os compositores e

executantes usam um aparelho denominado METRÔNOMO.

As oscilações geradas pelo METRÔNOMO devem ser contadas por minuto e são isócronas.

METRÔNOMO é um aparelho inventado pelo mecânico austríaco JOHANN NEPOMUK

MAEZAEL, em princípios do século XIX. Como MAEZEL era amigo de Beethoven, foi

ele o primeiro compositor a usar indicações metronômicas em suas composições.

Originalmente, o metrônomo funcionava com mecanismo de relógio a corda. Era colocado

dentro de uma caixa de madeira em forma de pirâmide e acionado por um pêndulo. A cada

batida do pêndulo se faz corresponder a 1 tempo do compasso.

 

Fitopatologia - Bibliografia recomendada

,

BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA

 

1. AGRIOS, G.N. ed. Plant Pathology. Fourth Edition. Academic Press Inc. New York. 703p. 1997.

2. BERGAMIN FILHO, A.; KIMATI, H. & AMORIM, L. eds. Manual de Fitopatologia. Volume 1 -

Princípios e Conceitos. 3ª Edição. Editora Agronômica Ceres Ltda. São Paulo. 920p. 1995.

3. BRASILEIRO, A.C.M. & CARNEIRO, V.T.C. Manual de transformação genética de plantas.

EMBRAPA. Brasília, DF.309p. 1998.

4. DIANESE, J.C. ed. Patologia Vegetal: Agressão e defesa em sistemas planta/patógeno. Brasília,

DF. Editora Universidade de Brasília. 139p. 1990.

5. FERREIRA, F.A. ed. Patologia Florestal. Principais Doenças Florestais no Brasil. Sociedade de

Investigações Florestais. Viçosa, MG. 570p. 1989.

6. LUC, N.; SIKORA, R.A. & BRIDGE, J.eds. Plant Parasitic Nematodes in Subtropical and Tropical

Agriculture. Cambrian Printers Ltd. Aberystujth. 629p. 1993.

7. KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIN FILHO, A., CAMARGO, L.E.A. eds.

Manual de Fitopatologia. Volume 2. – Doenças das Plantas Cultivadas. 4ª Edição. Editora

Agronômica Ceres Ltda. São Paulo. 665p. 2005.

8. LUZ, W.C.; FERNANDES, J.M.; PRESTES, A.M. & PICININI, E.C. eds. Revisão Anual de

Patologia de Plantas. Volume 1. Passo Fundo, RS. Gráfica e Editora Padre Berthier dos

Missionários da Sagrada Família. 418p. 1993.

9. LUZ, W.C.; FERNANDES, J.M.; PRESTES, A.M. & PICININI, E.C. eds. Revisão Anual de

Patologia de Plantas. Volume 2. Passo Fundo, RS. Gráfica e Editora Padre Berthier dos

Missionários da Sagrada Família. 415p. 1994.

10. LUZ, W.C.; FERNANDES, J.M.; PRESTES, A.M. & PICININI, E.C. eds. Revisão Anual de

Patologia de Plantas. Volume 3. Passo Fundo, RS. Gráfica e Editora Padre Berthier dos

Missionários da Sagrada Família. 430p. 1995.

11. LUZ, W.C.; FERNANDES, J.M.; PRESTES, A.M. & PICININI, E.C. eds. Revisão Anual de

Patologia de Plantas. Volume 4. Passo Fundo, RS. Gráfica e Editora Padre Berthier dos

Missionários da Sagrada Família. 415p. 1996.

 

Apostila: Gráficos de Curvas de Magnetização de Materiais Magnéticos

,

CURVAS DE MAGNETIZAÇÃO

 

 

(Extraídas do livro ELETROMAGNETISMO, J. A.Edminister, pág. 164, 165)

 

Curvas de desmagnetização para alguns ímãs permanentes

Extraídas do Livro Circuitos Magnéticos y Transformadores – MIT Staff, pg. 97

 

 

"Michael Faraday

Fez enormes e importantes descobertas

sobre o eletromagnetismo.

Lei de Faraday: campo magnético que

varia com o tempo produz uma força

eletromotriz: _ = d_B

dt

Construiu o primeiro dínamo.

E também o motor elétrico! Variações:

motor homopolar, ou outro motor homoplar,

ou carrinho homopolar..

A divisão entre os vários tipos de

eletricidade (estática, corrente e animal)

era ilusória.

"

Apostila Eletricidade e Magnetismo

,

A eletricidade e o magnetismo eram conhecidos desde a

antiguidade.

A bateria de Bagdá

Bússola chinesa

Porém, uma compreensão sistemática só começou cerca de 4

séculos atrás!

 

William Gilbert

 

Estudou a eletricidade estática e

o magnetismo em 1600.

Estudou a eletricidade estática e

o magnetismo em 1600.

Usava um pedaço de ambar (em

grego: elektron).

 

Apostila de Eletromagnetismo - Cargas eletricas e campo eletrostatico

,

Os primeiros fenômenos de origem eletrostática foram observados pelos gregos, 5 séculos antes de Cristo. Eles observaram que pedaços de âmbar (elektra), quando atritados com tecidos adquiriam a capacidade de atraírem pequenas partículas de outros materiais. Como a ciência experimental e dedutiva ainda estava longe de ser desenvolvida, o interesse nesse fenômeno sempre permaneceu no campo da lógica e da filosofia. A interação entre objetos eletricamente carregados (força eletrostática) só foi quantificada e equacionada no século 18 (1746), por um cientista francês chamado C. Coulomb.

1.1 - FORÇA ENTRE CARGAS ELÉTRICAS - LEI DE COULOMB

O trabalho de Coulomb consistiu em, usando uma balança de torção muito sensível, medir a força de atração (ou repulsão) entre dois corpos carregados, em função da distância que os separava.

Conceito

A intensidade da força entre dois objetos pequenos, separados pelo vácuo ou pelo espaço livre, sendo a distância entre eles muito maior que os seus raios, é diretamente proporcional ao produto entre as cargas, e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles.

 

F=kQ.QR(N)122

(1.1)

 

F

(N)

Força de origem eletrostática, de repulsão (cargas de mesmo sinal) ou atração (cargas de sinais opostos)

Q1, Q2

(C)

Cargas elétricas, positivas ou negativas

R

(m)

Distância entre os centros das cargas

k

Constante de proporcionalidade

 

FORÇA ENTRE CARGAS ELÉTRICAS E O CAMPO ELETROSTÁTICO


 

A força eletrostática é uma grandeza vetorial: possui intensidade, direção e sentido. Ela age ao longo da linha que une as duas cargas. Também é uma força mútua. Cada uma das cargas sofre a ação de uma força de mesma magnitude, porém, de sentido contrário. A força será repulsiva, se as duas cargas forem de mesma natureza (mesmo sinal), ou atrativa, se de sinais contrários.

 

1.2 - O CAMPO ELÉTRICO

Considere duas cargas, uma carga Q em uma posição fixa, e uma carga de teste Qt. Movendo-se a carga de teste Qt lentamente em torno da carga fixa Q, ela sofrerá a ação de uma força rF. Como essa força sempre será ao longo da linha que une as duas cargas, ela será sempre radial, considerando a posição da carga Q como origem. Além do mais, essa força aumentará de intensidade se aproximarmos a carga de teste da carga Q, e diminuirá se a afastarmos.

 

Capítulo 1          

Capítulo 2           

Capítulo 3     

Capítulo 4

Capítulo 5                                                   

Capítulo 6          

Capítulo 7           

Capítulo 8       

Capítulo 9        

Capítulo 10                                                

Capítulo 11        

Capítulo 12         

Capítulo 13       

Capítulo 14       

Capítulo 15
                                                      Revisão de Análise Vetorial

 

Apostila Sobre Magnetismo

,

 

Roteiro

 

Parte I

1. O fenômeno do magnetismo

2. Momento angular e magnetização

3. Momentos magnéticos localizados

Parte II

4. Magnetismo em metais

5. A curva de magnetização

6. Mecânica estatística e magnetismo

7. Magnetismo e dimensionalidade

8. Unidades

 

Classificação geral dos materiais quanto ao magnetismo

 

Diamagnéticos: repelidos por uma região de campo mais intenso

Paramagnéticos: atraídos por uma região de campo mais intenso

Ferromagnéticos: fortemente atraídos por uma região de campo mais intenso

 

 

Portadores e interação no magnetismo

 

•O magnetismo da matéria surge essencialmente dos elétrons, que contribuem com dois termos: orbital e de spin.

•Os sistemas relevantes para o magnetismo são aqueles nos quais existem a) átomos com camadas eletrônicas incompletas, b) elétrons de condução.

•A ordem magnética surge da interação de troca (ou intercâmbio), interação de origem eletrostática.

 

12 abril 2011

Apostila de conhecimentos hidraulicos e pneumaticos

,

1 – Contexto de hidráulica e pneumática

2 – Tecnologias para ação mecânica

3 – Sistema de ação e controle

4 – Princípios físicos fundamentais

5 – Fluidos hidráulicos e pneumáticos

6 – Princípios de pascal

7 – Compressibilidade dos fuidos

8 – Expressão do módulo de compressibilidade  

Apostila de comandos hidráulicos

,

Apostila de Comandos Hidráulicos

 

 

Para incentivar, ampliar e difundir as tecnologias de automação industrial da Parker Hannifin,

numa gama tão ampla de aplicações, foi criada, na Parker Jacareí, a Parker Training.

Há mais de 26 anos treinando profissionais em empresas, escolas e universidades, a Parker

Training vem oferecendo treinamento técnico especializado e desenvolvendo material didático

diversificado e bem elaborado, com o intuito de facilitar a compreensão.

Com instrutores qualificados, esse projeto é pioneiro na área de treinamento em automação

industrial no Brasil, e colaborou para a formação de mais de 25 mil pessoas, em aproximadamente

4 mil empresas, através de cursos e materiais reconhecidos pelo conteúdo técnico e qualidade

de ensino.

Para alcançar tais números e continuar a atender seus clientes, de forma cada vez melhor, com

uma parceria cada vez mais forte, os profissionais da Parker Training se dedicam a apresentar

sempre novos conceitos em cursos e materiais didáticos.

São ministrados cursos abertos ou “in company” em todo o país, através de instrutores próprios

ou de uma rede de franqueados, igualmente habilitada e com a mesma qualidade de treinamento.

Os cursos oferecidos abrangem as áreas de Automação Pneumática/Eletropneumática,

Manutenção de Equipamentos Pneumáticos/Hidráulicos, Técnicas de Comando Pneumático,

Controladores Lógicos Programáveis e Hidráulica/Eletrohidráulica Industrial com controle

proporcional.

São oferecidos também programas de treinamento especial com conteúdo e carga horária de

acordo com as necessidades do cliente, empresa ou entidade de ensino.

Faz parte dos nossos cursos uma grande gama de materiais didáticos de apoio, que facilita e

agiliza o trabalho do instrutor e do aluno: transparências, componentes em corte, símbolos

magnéticos, apostilas e livros didáticos ligados às técnicas de automação, gabaritos para desenho

de circuitos, fitas de vídeo, software de desenho e simulação de circuitos pneumáticos e

hidráulicos, além de bancadas de treinamento para realização prática destes circuitos.

 

Apostila de Comandos Hidráulicos Caminhões e Ônibus

,

Apostila de Comandos Hidráulicos

 

Caminhões e Ônibus

 

 

 

Aeroespacial

 

Líder em desenvolvimento, projeto,

manufatura e serviços de sistemas

de controle e componentes para o

mercado aeroespacial e segmentos

relacionados com alta tecnologia,

alcançando crescimento lucrativo

através de excelência no

atendimento ao cliente.

 

Hidráulica

 

Projeta, manufatura e comercializa

uma linha completa de componentes

e sistemas hidráulicos para

fabricantes e usuários de

máquinas e equipamentos no

segmento industrial e mobil.

 

20 março 2010

O que você acha do Fantástico da rede globo?

,
Em súmula, o Fantástico hoje pouco se compara a um programa jornalístico, parecendo muito mais com um programa de humor, ou um daqueles programinhas de fofoca que passam em canais como, Band, SBT e outros.

Deixe lá a sua opinião!

Letrinhas

18 março 2010

Blog do Letrinhas

,

O LETRINHAS é um blog que se destina, acima de tudo, a publicar análises críticas de Livros, Filmes, Programas de TV, sites da Web e muito mais.

Sinta-se à vontade para deixar a sua opinião acerca de cada assunto publicado.

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É Fantástico ou patético?

 

 

03 março 2010

Sistema de Detecção e Isolamento de Falhas emSistemas Dinâmicos Baseado em Identificação Paramétrica

,

O presente trabalho visa contribuir com a área de detecção e diagnóstico de falhas emsistemas dinâmicos através da proposta de uma nova arquitetura de sistemas de detecçãoe isolamento de falhas (FDI, Fault Detection and Isolation). A arquitetura proposta trazinovações no que se refere à maneira como as grandezas físicas do processo monitoradosão relacionadas ao sistema FDI e, em conseqüência disso, à maneira como as falhas sãodetectadas, isoladas e classificadas. Uma busca por ferramentas matemáticas capazes desatisfazer os objetivos da arquitetura proposta apontou para o uso do filtro de Kalman eseus derivados EKF (Extended Kalman Filter) e UKF (Unscente ...

 

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Projeto de unidades produtivas

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SUMÁRIO

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Tópico Assunto Página

1. Projeto do Layout Industrial 03

1.1. Introdução 03

1.2. Pressupostos metodológicos e Conceituais 04

1.2.1. O trabalho 05

1.2.2. Estratégia de produção 07

1.3. Sistemas de produção 09

1.4. Metodologia para o projeto de Unidades Industriais 13

1.5. Considerações finais 14

2. Metodologia de desenvolvimento do layout 16

2.1. Objetivos 16

2.2. Princípios do layout 17

2.3. Recomendações ao estudo do layout 18

2.4. Dados básicos necessários 19

2.5. Etapas do Trabalho 20

2.6. Documentos Gerados pelo Trabalho 23

3. Representações de fluxo do processo 26

4. Dimensionamento dos Principais Fatores de Produção 35

4.1. Dimensionamento de pessoal e equipamentos 37

4.2. Dimensionamento de materiais 38

4.2.1. Dimensionamento de matéria-prima em indústria de adição 38

4.2.2. Dimensionamento de materiais em industria de montagem 43

4.3. Dimensionamento de Áreas de Produção 46

4.3.1. Método do Centro de Produção 46

4.4. Dimensionamento de áreas de conjuntos de centros de produção e de

Departamentos

58

5. Estudo do Fluxo do Processo 59

5.1. Fluxos internos (no departamento e entre departamentos) 59

5.2. Fluxos gerais da fábrica (da unidade produtiva) 67

5.3. Áreas de Estocagem e de Expedição 69

5.4. Outras Áreas: Fatores Indiretos de Produção 73

6. Processos de Produção, Organização e Layout Industrial. 77

6.1. Processos de Produção 77

6.2. Tipos de Layout e Processos de Produção 79

6.3. Novos padrões de layout derivados das formas de gestão da produção e

do trabalho

84

6.3.1. Layout em grupo 87

6.3.2. Célula de Manufatura 89

6.3.3. Projeto Modular: layout modular, mini-fábrica. 95

7. Projeto dos Requisitos das Instalações 102

7.1. Riscos Ambientais 102

7.2. Principais Riscos ambientais estudados em projetos de unidades

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Projeto de Unidades Produtivas

Prof. Dr. João Alberto Camarotto

2

industriais 105

7.2.1. Iluminação 105

7.2.2. Acústica 106

7.2.3. Riscos Químicos 106

7.2.4. Riscos biológicos 107

7.3. Incêndio 107

8. Processo geral de construção do layout 112

8.1. Métodos baseados no processo produtivo (Diagrama de Blocos). 113

8.1.1 Método das Seqüências Fictícias 113

8.1.2. Tecnologia de Grupo 114

8.1.3. Método dos elos 115

8.2. Modelagem tridimensional 116

8.3. Modelagem de fluxos. 117

9. Bibliografia 118

ANEXO 1 – Formas básicas de fluxos 121

ANEXO 2 – Sistemas especiais de dimensionamento 123

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Prof. Dr. João Alberto Camarotto

 

14 novembro 2009

Legislação de segurança e medicina do trabalho

,
Esta publicação tem por objetivo que o pequeno e micro empresário
compreenda a legislação sobre Segurança e Medicina no Trabalho
de uma forma simplificada, sistemática, clara.
As indústrias em geral, independentemente do porte, têm noção
da necessidade de prevenir os riscos dos acidentes do trabalho e
das doenças profissionais, mormente pelos altos custos que
representam e pela própria responsabilidade social. Entendemos
as dificuldades no conhecimento de todos os aspectos que norteiam
esta matéria, pois trata-se de procedimentos que impactam
diretamente a produtividade e a competitividade das empresas.
A FIESP/CIESP sempre sensibilizada com a micro e pequena indústria
elaborou o presente trabalho, de forma que todos os interessados
tenham melhor lucratividade e qualidade de vida por meio do
desempenho em segurança e medicina no trabalho nas empresas.
 

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