O presente trabalho visa contribuir com a área de detecção e diagnóstico de falhas emsistemas dinâmicos através da proposta de uma nova arquitetura de sistemas de detecçãoe isolamento de falhas (FDI, Fault Detection and Isolation). A arquitetura proposta trazinovações no que se refere à maneira como as grandezas físicas do processo monitoradosão relacionadas ao sistema FDI e, em conseqüência disso, à maneira como as falhas sãodetectadas, isoladas e classificadas. Uma busca por ferramentas matemáticas capazes desatisfazer os objetivos da arquitetura proposta apontou para o uso do filtro de Kalman eseus derivados EKF (Extended Kalman Filter) e UKF (Unscente ...
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03 março 2010
Sistema de Detecção e Isolamento de Falhas emSistemas Dinâmicos Baseado em Identificação Paramétrica
Projeto de unidades produtivas
SUMÁRIO
Tópico Assunto Página
1. Projeto do Layout Industrial 03
1.1. Introdução 03
1.2. Pressupostos metodológicos e Conceituais 04
1.2.1. O trabalho 05
1.2.2. Estratégia de produção 07
1.3. Sistemas de produção 09
1.4. Metodologia para o projeto de Unidades Industriais 13
1.5. Considerações finais 14
2. Metodologia de desenvolvimento do layout 16
2.1. Objetivos 16
2.2. Princípios do layout 17
2.3. Recomendações ao estudo do layout 18
2.4. Dados básicos necessários 19
2.5. Etapas do Trabalho 20
2.6. Documentos Gerados pelo Trabalho 23
3. Representações de fluxo do processo 26
4. Dimensionamento dos Principais Fatores de Produção 35
4.1. Dimensionamento de pessoal e equipamentos 37
4.2. Dimensionamento de materiais 38
4.2.1. Dimensionamento de matéria-prima em indústria de adição 38
4.2.2. Dimensionamento de materiais em industria de montagem 43
4.3. Dimensionamento de Áreas de Produção 46
4.3.1. Método do Centro de Produção 46
4.4. Dimensionamento de áreas de conjuntos de centros de produção e de
Departamentos
58
5. Estudo do Fluxo do Processo 59
5.1. Fluxos internos (no departamento e entre departamentos) 59
5.2. Fluxos gerais da fábrica (da unidade produtiva) 67
5.3. Áreas de Estocagem e de Expedição 69
5.4. Outras Áreas: Fatores Indiretos de Produção 73
6. Processos de Produção, Organização e Layout Industrial. 77
6.1. Processos de Produção 77
6.2. Tipos de Layout e Processos de Produção 79
6.3. Novos padrões de layout derivados das formas de gestão da produção e
do trabalho
84
6.3.1. Layout em grupo 87
6.3.2. Célula de Manufatura 89
6.3.3. Projeto Modular: layout modular, mini-fábrica. 95
7. Projeto dos Requisitos das Instalações 102
7.1. Riscos Ambientais 102
7.2. Principais Riscos ambientais estudados em projetos de unidades
UFSCar - DEP
Projeto de Unidades Produtivas
Prof. Dr. João Alberto Camarotto
2
industriais 105
7.2.1. Iluminação 105
7.2.2. Acústica 106
7.2.3. Riscos Químicos 106
7.2.4. Riscos biológicos 107
7.3. Incêndio 107
8. Processo geral de construção do layout 112
8.1. Métodos baseados no processo produtivo (Diagrama de Blocos). 113
8.1.1 Método das Seqüências Fictícias 113
8.1.2. Tecnologia de Grupo 114
8.1.3. Método dos elos 115
8.2. Modelagem tridimensional 116
8.3. Modelagem de fluxos. 117
9. Bibliografia 118
ANEXO 1 – Formas básicas de fluxos 121
ANEXO 2 – Sistemas especiais de dimensionamento 123
UFSCar - DEP
Projeto de Unidades Produtivas
Prof. Dr. João Alberto Camarotto
14 novembro 2009
Legislação de segurança e medicina do trabalho
compreenda a legislação sobre Segurança e Medicina no Trabalho
de uma forma simplificada, sistemática, clara.
As indústrias em geral, independentemente do porte, têm noção
da necessidade de prevenir os riscos dos acidentes do trabalho e
das doenças profissionais, mormente pelos altos custos que
representam e pela própria responsabilidade social. Entendemos
as dificuldades no conhecimento de todos os aspectos que norteiam
esta matéria, pois trata-se de procedimentos que impactam
diretamente a produtividade e a competitividade das empresas.
A FIESP/CIESP sempre sensibilizada com a micro e pequena indústria
elaborou o presente trabalho, de forma que todos os interessados
tenham melhor lucratividade e qualidade de vida por meio do
desempenho em segurança e medicina no trabalho nas empresas.
25 agosto 2009
Apostilas Jogos educacionais
Resumo
O presente artigo tem por objetivo discutir sobre a importância da utilização de jogos educacionais na
educação, como forma de motivação do aluno. Além disso, abordaremos a tecnologia Flash e a utilização
da ferramenta de autoria Macromedia Flash MX no desenvolvimento de jogos educacionais.
Palavras-chave: jogos educacionais, Macromedia Flash MX
1. Computador na Educação
A importância do uso dos computadores e das novas tecnologias na educação deve-se
hoje não somente ao impacto desta ferramenta na nossa sociedade e às novas exigências
sociais e culturais que se impõe, mas também ao surgimento da Tecnologia Educativa.
Eles começaram a ser utilizados no contexto educativo a partir do rompimento com o
paradigma tradicional e surgimento do construtivismo, que enfatiza a participação e
experimentação do sujeito na construção de seu próprio conhecimento, através de suas
interações. Com isso a capacidade do professor e o conteúdo dos livros constituem uma
condição necessária mas não suficiente para garantir a aprendizagem, pois ela envolve
um processo de assimilação e construção de conhecimentos e habilidades, de natureza
individual e intransferível.
Os efeitos do computador na escola dependem de diversos fatores, contudo a
generalidade da investigação aponta para a possibilidade de desenvolvimento de novas
competências cognitivas, entre elas: maior responsabilidade dos alunos pelo trabalho,
novos laços de entre-ajuda e novas relações professor-aluno. Assim, o computador se
constitui numa ferramenta poderosa, que pode (e deve) ter todas as suas potencialidades
utilizadas com propósitos educacionais, proporcionando ao professor a possibilidade de
enriquecer sua prática pedagógica com recursos multimídia, tais como jogos
educacionais, vídeos, animações, gráficos e outros materiais que possibilitem ao aluno
aprender de forma prazerosa, cativante, divertida e motivadora.
Neste sentido, os jogos educacionais podem ser um elemento catalisador, capaz de
contribuir para o "processo de resgate do interesse do aprendiz, na tentativa de melhorar
sua vinculação afetiva com as situações de aprendizagem" (Barbosa, 1998). A
vinculação afetiva exerce um papel fundamental, pois, cansado de muitas vezes tentar e
não alcançar resultados satisfatórios no chamado "tempo" da escola, o aluno
experimenta sentimentos de insatisfação constantes os quais funcionam como
bloqueadores nos avanços qualitativos de aprendizagem.
2. Jogos educacionais
De uma forma geral, os jogos fazem parte da nossa vida desde os tempos mais remotos,
estando presentes não só na infância, mas como em outros momentos. Os jogos podem
Guia de lubrificação para engenheiros
O trem de força e os componentes do compartimento do motor dividem o ambiente
mais implacável do automóvel. Montados em cima ou em volta do motor, os
componentes desse compartimento operam normalmente sob temperaturas
que ultrapassam os
componentes se tornarão menores e funcionarão mais
aquecidos. Para os componentes do trem de força, adicione os desafios provocados por terra,
detritos da estrada, torque em baixa temperatura e grandes variações de temperatura. Os
lubrificantes sintéticos podem assegurar a confiabilidade e vida útil prolongada para esses
componentes.
Neste folheto, destacamos algo do que aprendemos a respeito de lubrificação de
trens de força e componentes do compartimento do motor — conhecimento obtido através do
trabalho com fabricantes de equipamentos e fornecedores Nível Um de categoria mundial. Utilize
este folheto para selecionar o melhor lubrificante para sua aplicação logo no início do projeto.
Posteriormente, entre em contato com a Nye para obter recomendações específicas —sobre o
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12 agosto 2009
A conciliação de procedimento e resultado: alguns aspectos da hodrostática de Pascal
1. A CONCILIAÇÃO DE PROCEDIMENTO E RESULTADO: ALGUNS ASPECTOS DA
2.
Resumo – Este trabalho aborda alguns aspectos relacionados à idéia de experiênciamos tratados físicos de Blaise Pascal (1623-1662), especialmente no que se refere à sua síntese hidrostática. Uma primeira aproximação mais detalhada sobre a maneira como Pascal descreveu suas experiências sugere que elas foram formuladas estabelecendo uma estreita relação entre procedimentos dedutivos e experimentais. Em comum com alonga e estabelecida tradição das matemáticas-mistas, essas experiências foram incorporadas por Pascal numa estrutura argumentativa formal. Estrategicamente focada para tornar suas demonstrações efetivas, a formulação de suas experiências sugere que Pascal%2
Apostila de mecânica dos fluidos
Mecânica dos fluidos é a ciência que tem por objetivo o estudo do comportamento
físico dos fluidos e das leis que regem este comportamento.
Aplicações:
_ Ação de fluidos sobre superfícies submersas. Ex.: barragens.
_ Equilíbrio de corpos flutuantes. Ex.: embarcações.
_ Ação do vento sobre construções civis.
_ Estudos de lubrificação.
_ Transporte de sólidos por via pneumática ou hidráulica. Ex.: elevadores
hidráulicos.
_ Cálculo de instalações hidráulicas. Ex.: instalação de recalque.
_ Cálculo de máquinas hidráulicas. Ex.: bombas e turbinas.
_ Instalações de vapor. Ex.: caldeiras.
_ Ação de fluidos sobre veículos (Aerodinâmica).
1.2- Definição de fluido
Fluido é uma substância que não tem forma própria, e que, se estiver em repouso,
não resiste a tensões de cisalhamento.
Classificação - Líquidos: _ admitem superfície livre
_ __ _ são incompressíveis
_ __ _ indilatáveis
Gases: _ não admitem superfície livre
_ __ _ compressíveis
_ __ _ dilatáveis
Pressão (p)
Elemento de mecância dos fluidos
1. ELEMENTOS DE MECÂNICA DOS FLUIDOS
2.
Antes de qualquer coisa, é necessário que se diga de uma vez por todas que, na língua portuguesa, as vogais i e u não recebem acento quando constituírem sílaba tônica seguida denh, i ou u, como é o caso do substantivo fluido, cujos fundamentos de sua mecânica nos propomos a estudar nesta apostila. Fluído é o particípio passado do verbo fluir, e seria o objeto de nosso presente estudo, caso falássemos castelhano e nossa apostila se chamasse Elementos de Mecánica de los Fluidos. finalidade principal da hidrodinâmica é o estabelecimento das leis que regem omovimento dos fluidos. A condição física de%
11 agosto 2009
Vacina contra a gripe suina, influenza ou H1N1
A matéria-prima para iniciar a produção de vacina contra a gripe suína. Influenza, A, ou (H1N1) já chegou ao
Brasil, tendo sua produção iniciada em outubro.
De acordo com o instituto Butantan, o processo de produção é similar a o da gripe comum.
O Brasil, provavelmente, atenderá também os países vizinhos por ter o único laboratório de produção de vacinas na América latina.
Apostila de biologia celular
1. APOSTILA DE BIOLOGIA CELULAR
Organização Geral Do Corpo Humano: O ser humano possui uma organização
estrutural complexa, que inicia no nível químico e termina no nível sistêmico. 1º
nível (químico): inclui todas as substâncias químicas necessárias para o
funcionamento do organismo. Ex: oxigênio, nitrogênio, potássio, cálcio, sódio....
Estas substâncias são formadas
por átomos, e estes
combinados formam as
moléculas, como por exemplo
as proteínas, vitaminas,
carboidratos...
2º nível (celular): as moléculas
unidas dão origem a unidade
estrutural básica do nosso
organismo, as células, cada
uma com sua função específica
de acordo com a região em que
se encontram.
3º nível (tecidual): As células se combinam de acordo com suas funções
específicas e formam os tecidos. Ex: tecido nervoso, epitelial, conjuntivo,
muscular.
4º nível (orgânico): Dois ou mais tecidos organizados de acordo com a sua
função, se unem e dão origem aos órgãos, formados por células e tecidos
específicos. Ex: coração, pulmão, rim, intestino....
5º nível (sistêmico): Órgãos relacionados, que realizam uma função em
comum, formam os sistemas do nosso organismo. Ex: sistema respiratório,
formado pelos órgãos pulmões, traquéia, laringe, faringe, cavidade nasal, e
tem como função a condução do ar atmosférico até os alvéolos, onde
ocorre a troca gasosa. Todos os sistemas funcionando como um todo
formam o nosso organismo.
CÉLULAS: :São a unidade estrutural e funcional básica do nosso
organismo.
· Menor porção de massa organizada encontrada.
· Possui a capacidade de multiplicar-se.
· Sua estrutura básica consiste em membrana, citoplasma e núcleo.
Membrana Plasmática: Formada por uma bicamada lipídica,com proteínas e
carboidratos.
· Os lipídeos distribuem-se assimetricamente nas duas monocamadas
lipídicas e estão em constante movimentação.
· Proteínas atuam como forma de passagem através da membrana.
· Há dois tipos de proteínas presentes na membrana celular:
· Proteínas integrais ou intrínsecas: endoproteína, ectoproteína e
transmembrana.
· Principais proteínas relacionadas aos transporte: proteínas
carreadoras e proteínas canal (ambas transmembrana)
· Proteínas periféricas ou extrínsecas: internas e externas.
10 agosto 2009
Apostila de calorimetria
Coloca-se em contacto diferentes quantidades de água quente e fria num recipiente
termicamente isolado, verificando-se a conservação da energia térmica. Com base nessa
conservação, determina-se o calor específico de diversos corpos.
2. Tópicos teóricos
2.1 Conservação de energia
Sempre que dois sistemas, a diferentes temperaturas, são colocados dentro de um
recipiente termicamente isolado (o calorímetro), ocorre transferência de energia, na forma de
calor, do sistema a temperatura mais elevada para o sistema a temperatura mais baixa, até se
atingir o equilíbrio térmico, i.e., até os sistemas atingirem a mesma temperatura (temperatura
de equilíbrio, TEq).
A unidade vulgarmente usada em termodinâmica para medir a transferência de energia
térmica é a caloria (cal), que corresponde à quantidade de energia necessária para aumentar a
temperatura de um grama de água de 14,5 ºC para 15,5 ºC. No entanto, e para este trabalho,
esta definição pode ser generalizada dizendo simplesmente que a caloria é a quantidade de
energia necessária para elevar em
com a temperatura é pequena). (1 cal = 4.186 J; ter em atenção que a unidade SI de energia é
o joule: 1 J = 1 Nm =1 kg m2 s-2.)
O calor específico de uma substância, c, é a quantidade de energia necessária para
aumentar a temperatura de um grama da substância em
caloria, o calor específico da água é 1 cal/(g ºC).
Considerando uma substância de massa m e de calor específico c, o calor, DH,
necessário para variar a temperatura dessa substância de DT, será dado por:
DHDT = c m DT.
2.2 Determinação dos calores específicos
A condição de equilíbrio térmico entre dois corpos, A e B, com temperaturas iniciais
TA e TB, respectivamente, e a conservação de energia, exigem
cAmA|DTA| = cBmB|DTB|,
sendo mA e mB as massas dos dois corpos, cA e cB os seus calores específicos e DTA =TEq-TA e D
TB =TEq-TB as variações de temperatura dos corpos A e B, respectivamente.
Apostila de termologia
A Termologia é uma parte da Física que se dedica a analisar os fenômenos que
dizem respeito ao calor. Divide-se a mesma em Termometria, Dilatação Térmica,
Calorimetria e Termodinâmica.
1.TERMOMETRIA
Como o nome diz, refere-se ao estudo da medida da temperatura (metria=medir,
termo=temperatura)
1.1.CALOR
Fisicamente, denomina-se calor ao trânsito da energia térmica de um corpo de
temperatura maior para outro de temperatura menor.
1.2.TEMPERATURA
Segundo a definição acima, quanto maior é a agitação das partículas de um corpo,
mais alta será sua temperatura. Podemos notar este fato observando a água
quando começa a ferver. Vemos que o nível de agitação das partículas é tão
grande que as mesmas começam a “pular” e até a sair do vasilhame, vindo a
caracterizar a evaporação.
1.3.EQUILÍBRIO TÉRMICO
Imagine dois corpos. Um com temperatura bastante elevada e outro com a
temperatura bem baixa. Vamos colocar os dois corpos em contato e livres de
interferências de temperaturas externas. Veremos que após um tempo o corpo
mais frio terá ficado menos frio e o mais quente terá ficado menos quente. Ao final,
teremos os dois corpos na mesma temperatura, que chamamos de Equilíbrio
Térmico.
1.4.TERMÔMETRO
É um instrumento destinado a medir a temperatura.Seu funcionamento baseia-se
na variação de comprimento de uma haste metálica, ou na variação do volume de
um gás, na cor de um sólido , ou até mesmo na resistência elétrica de um
material, tudo em função da temperatura.
1.5.ESCALA TERMOMÉTRICA
Num termômetro, chama-se escala termométrica as divisões que o mesmo
possui, relacionadas com números.
1.6.ESCALA CELSIUS
Temperatura de um corpo é a medida do nível de
agitação das partículas desse corpo.
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Apesar de existirem várias escalas termométricas, foi adotada como internacional
pelos cientistas a escala Celsius, a qual anteriormente era denominada
centigrada, pois sua divisão é de 100 partes desde zero grau até 100 graus. Sua
denominação é feita com o número seguido do ordinal e da letra C, por exemplo
0ºC, 15ºC, e lê-se zero grau Celsius, 15 graus Celsius, etc.
1.7.ESCALA KELVIN
Nesta escala foi considerada a menor temperatura que poderia ter um corpo. Essa
temperatura chama-se de zero absoluto, não sendo possível chegar-se a ela na
prática, apenas muito próximo.
Na escala Kelvin os valores são grafados apenas com o número e a letra K, por
exemplo: 23K. O zero dessa escala corresponde a -273ºC.
1.8.CONVERSÃO CELSIUS/KELVIN
Para traduzir uma temperatura de Celsius em Kelvin basta acrescentar
mesma, e, no caso contrário, para converter-se para Celsius uma temperatura
expressa em Kelvin, basta subtrair 273. Podemos traduzir isso pela fórmula
abaixo:
TK = TC+273
Onde TK = temperatura em Kelvin e TC = temperatura em Celsius.
1.9.CONVERSÃO ENTRE AS TRÊS ESCALAS
Pode ser obtida através da utilização de dois ou mais membros da seguinte
fórmula:
1.10.ESCALA QUALQUER
Podemos estabelecer relações entre uma escala
qualquer e qualquer outra escala conhecida, apenas
sendo necessárias algumas relações matemáticas, conforme abaixo:
2_ PONTO
1_ PONTO
ESCALA X ESCALA Y
X Y
X1 Y1
X2 Y2
C F K
5
32
9
273
5
=
−
=
−
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2.DILATAÇÃO TÉRMICA
As propriedades físicas de um corpo, tais como comprimento, dureza,
condutividade elétrica, todas podem ser alteradas em função da alteração na
temperatura desse corpo.
Alguns exemplos:
-os sistemas antigos de trilhos de trens mantém entre cada lance um pequeno
espaço vazio. Isso se deve ao conhecimento que temos de que, quando aquecido,
o ferro irá aumentar seu comprimento e, não havendo para onde se expandir,
poderá causar danos à via férrea. (modernamente utilizam-se as curvas para dar
vazão ao aumento no comprimento dos trilhos quando da dilatação).
-As calçadas de cimento possuem, de longe em longe, pequenas canaletas, de
cerca de 1cm. Isto evita que no verão, submetidas às altas temperaturas, as
mesmas dilatem e se quebrem, sem ter para onde expandir.
-Todos lembramos de uma experiência que fazíamos no primeiro grau, na qual
havia uma esfera de metal presa a uma haste . Esta esfera, à temperatura
ambiente, passava perfeitamente por dentro de uma argola. Após aquecida
notávamos que já não era possivel a mesma passar. Concluíamos que isso se
devia à dilatação sofrida pela esfera, o que se dava nas tres direções, ou seja,
uma dilatação volumétrica.
Em todos os casos exemplificados acima estamos verificando uma variação nas
dimensões dos sólidos estudados. No primeiro houve, principalmente, uma
dilatação linear, no segundo, superficial e no terceiro volumétrica.
Destacamos que essa dilatação é notadamente numa direção, pois, na realidade,
a mesma se dá em todos os sentidos em qualquer um dos três casos. Para efeitos
didáticos costuma-se estudar apenas aquela direção na qual a dilatação (ou
contração) se dá em maior proporção.
2.1.DILATAÇÃO LINEAR
Ao elevarmos em 10ºC a temperatura de uma barra de ferro de 1m iremos
verificar que seu comprimento aumenta em 0,012cm.
Quando fizemos a mesma experiência com uma barra de ferro com o dobro do
comprimento da primeira, notamos que o aumento do comprimento também foi o
dobro do verificado na primeira barra. Isso nos leva a uma conclusão importante:
A variação de comprimento de uma barra ao ser aquecida é diretamente
proporcional ao seu comprimento inicial.
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Utilizando a mesma barra de 100cm mas agora dobrando a temperatura em 20ºC,
vemos que também a variação de comprimento dobrou. Nossa conclusão é que:
A variação de comprimento de uma barra é diretamente proporcional à
variação de temperatura.
Se fizermos a mesma experiência, agora não com uma barra de ferro e sim com
uma barra de chumbo, mantendo o mesmo comprimento de 100cm e o mesmo
aumento de temperatura de 10ºC, veremos que a mesma irá também aumentar
de comprimento mas agora será de 0,027cm. Com isso concluímos que:
A variação de comprimento de uma barra ao ser aquecida depende do
material que a constitui.
Essas proporcionalidades acima podem ser descritas em termos de uma única
expressão:
DL=a.L0.Dq
onde:
DL : variação do comprimento
L0 : comprimento inicial
Dq : variação da temperatura
a : coeficiente de dilatação linear
UNIDADE DO COEFICIENTE DE DILATAÇÃO LINEAR
Do exemplo com a barra de ferro podemos tirar:
a=DL/(L0.Dq)
a=0,012cm/(100cm . 10ºC)
a=0,000012 cm/(cm . ºC )
a=0,000012 ºC-1
Ou seja, a unidade para o coeficiente de dilatação linear é ºC-1, também chamada
de grau Celsius recíproco.
2.2.DILATAÇÃO SUPERFICIAL
Da mesma maneira como vimos para a dilatação de uma barra, podemos concluir
que a dilatação para uma chapa, uma placa, ou qualquer outro objeto que tenha
duas medidas preponderantes (comprimento e largura) a dilatação de sua
superfície será dada pela fórmula:
DA=b.Ao.Dq
onde:
DA e Ao referem-se à variação da área e área inicial
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Dq: variação da temperatura
b: coeficiente de dilatação superficial
2.3.DILATAÇÃO VOLUMÉTRICA
DV=g.Vo.Dq
onde:
DV e Vo referem-se à variação do volume e vol. inicial
Dq: variação da temperatura
g: coeficiente de dilatação volumétrica
2.4.DILATAÇÃO (FÓRMULA GENÉRICA)
Podemos utilizar a fórmula abaixo, que substitui as três anteriores, desde que para
isso utilizemos os valores apropriados.
DX= x.Xo. DT
onde:
DX: dilatação, a qual poderá ser linear, superficial ou volumétrica.
Xo: medida inicial, a qual poderá ser o comprimento inicial, a área inicial e o
volume inicial.
x: coeficiente de dilatação, o qual poderá ser a, b ou g.
DT: variação de temperatura.
2.5.RELAÇÃO ENTRE OS COEFICIENTES DE DILATAÇÃO
a b g
1 2 3
= =
2.6.DILATAÇÃO IRREGULAR DA ÁGUA
A água possui um comportamento diferente na sua dilatação. Quando a
temperatura da água é aumentada de 0ºC a 4ºC o seu volume diminui. Acima de
4ºC o volume aumenta, como as demais corpos. É por isso que por exemplo:
a)Há um aumento na densidade, pois o volume diminui;
b)Os lagos se congelam apenas na superfície, mantendo a parte de baixo líquida,
o que possibilita a continuação da vida abaixo, tais como algas, peixes, etc.
2.7.DILATAÇÃO NOS LÍQUIDOS
Utiliza-se a mesma fórmula para dilatação volumétrica. O cuidado aqui é em
saber-se também a dilatação do recipiente onde o líquido se encontra. Apenas
medindo-se a dilatação do líquido teremos Dilatação Aparente. A dilatação real é
a aparente mais a dilatação do próprio recipiente.
OBSERVAÇÃO:
-Como a dilatação resulta em modificação do volume, podemos concluir que a
mesma influi também na densidade das substâncias/ (d=m/V). Um desses
resultados observa-se na formação dos ventos. O ar, quando aquecido, dilata-se
e, por ter então menor densidade, sobe. Quando esfriar irá descer. Isto causa as
correntes de ar por rarefação.
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SÓLIDO LÍQUID
O
VAPOR
FUSÃO
SOLIDIFICAÇÃ CONDENSAÇÃO
VAPORIZAÇÃO
-Veja que também na geladeira doméstica, quando abrimos a porta, sempre
sentimos o ar frio nos pés. Isto mostra que, quando frio, o ar se contrai, ocupa
menor volume, portanto mais denso, portanto mais pesado por unidade de
volume, fazendo que o mesmo desça.
3.MUDANÇAS DE ESTADO FÍSICO DA MATÉRIA
Para efeitos de nosso estudo os estados físicos da matéria são três: sólido, líquido
e gasoso. Mudando-se a temperatura e/ou pressão podemos fazer com que os
corpos passem de um estado para outro. Em nosso estudo, no momento,
estudaremos apenas as passagens que se dão sem se modificar a pressão, ou
seja, estudaremos as mudanças de estado ocasionadas pelas mudanças na
temperatura.
SUBLIMAÇÃO
CRISTALIZAÇÃO
FUSÃO: é a passagem do
estado sólido para o estado
líquido. Isto se verifica quando o
corpo sólido recebe calor, o que
provoca uma elevação na sua
temperatura até o ponto em que a agitação das átomos passa a ser tanta que a
estrutura deixa de ser cristalina e passam a ter uma movimentação maior,
caracterizando o líquido.
Durante a fusão a temperatura permanece constante, conforme podemos
constatar ao retirarmos um bloco de gelo do congelador e colocar em um prato.
Supondo que o gelo esteja à –8oC, ele irá receber calor do ambiente até chegar à
temperatura de 0oC, nesse ponto irá começar a passar do estado sólido para o
líquido. Enquanto esse processo estiver se desenvolvendo a temperatura tanto do
bloco de gelo restante quanto da água que foi aparecendo, estará em 0oC.
Quando todo o gelo estiver derretido novamente a temperatura da água começará
a subir, até atingir o equilíbrio térmico com o meio ambiente.
TEMPERATURA DE FUSÃO: É a temperatura na qual ocorre a passagem do
estado sólido para o líquido.
SOLIDIFICAÇÃO: É a passagem do estado líquido para o sólido. Isto se verifica
quando se retira calor do corpo líquido, o que provoca uma diminuição na sua
temperatura até o ponto em que a agitação dos átomos diminui tanto que passam
a vibrar segundo uma estrutura cristalina.
TEMPERATURA DE SOLIDIFICAÇÃO: É a temperatura na qual ocorre a
passagem do estado líquido para o sólido.
Durante a solidificação a temperatura permanece constante.
VAPORIZAÇÃO: É a passagem do estado líquido para o gasoso e pode ocorrer
de duas maneiras: EVAPORAÇÃO E EBULIÇÃO.