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22 junho 2012

Programas de Ergonomia na Empresa como competência imprescindível para a competitividade mundial

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Ergonomia programas do setor privado produzir resultados positivos, os planos do governo tentando
produzir um ganho de cerca de 9,000,000,000 dólares americanos e vários estudos mostram que existem três
a cinco dólares de retorno para cada dólar investido em programas de ergonomia. Iluminado pelo
referências internacionais e sobre a nossa experiência neste campo, propomos um quadro
técnicas compostas por um conjunto de princípios metodológicos e apropriado para o projeto
e implementação de programas de ergonomia nas empresas públicas e privadas.


Os programas de acção ergonômicos expandido, ou ações macroergonomic - PROERGO - tem
sido cada vez mais numerosos. Eles respondem a uma necessidade de conjugar os diversos esforços de
empresas com a qualidade de vida na empresa, a confiabilidade de seus processos e reduzindo o custo
condições de trabalho inadequadas. Eles correspondem a uma resposta à acumulação de problemas
engendrada pela negligência das questões ergonômicas exacerbadas pela globalização e exigem um
resposta da empresa para reduzir o esforço adicional necessário para a produção do panorama corrente
esta geração de empresas no Brasil e no mundo.

ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

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Este trabalho apresenta uma análise conceitual sobre as convergências e / ou divergências
entre a metodologia de Análise Ergonômica do Trabalho e do modelo organizacional conhecido como
"Qualificação Organização". A questão de saber se esta metodologia é compatível ou não
com este modelo organizacional surge quando percebemos que a Análise Ergonômica do Trabalho foi
desenvolvido como uma crítica ao "clássico" modelo de organização do trabalho, com base no taylorismo e
Fordismo, com o objetivo de corrigir os seus problemas no que se refere ao 'trabalhadores física e mental
saúde. Portanto, quando uma mudança organizacional ocorre, conduzindo a nova organização
para um modelo mais flexível, estruturado para lidar com eventos imprevisíveis, que podem ser o
papel da metodologia de Análise Ergonômica do Trabalho? Como podem as convergências entre o
metodologia e do novo modelo acontecerá? O trabalho tem como objetivo responder a essas perguntas,
através de uma análise sobre os principais conceitos sobre a Análise Ergonômica do Trabalho e da
Qualificação Organizações, e mostrando a convergência e pontos de divergência.

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APLICAÇÃO DA NR-18 EM CANTEIROS DE OBRAS

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Enfrentar as dúvidas sobre a interpretação da norma NR-18, a respeito da técnica e
viabilidade econômica de algumas de suas demandas e as dificuldades que muitas empresas tem com a
implementá-las, seis universidades brasileiras desenvolvem uma pesquisa que tem como objetivo principal ajudar o
melhoria desta norma, de modo a transformá-lo mais perto das necessidades dos usuários. É também procurou
avaliar o grau de execução da norma, esta tarefa foi realizada através da aplicação de uma
lista de verificação em sessenta e sete canteiros de obras em seis cidades: Porto Alegre (RS), Passo Fundo (RS), Santa
Maria (RS), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e Feira de Santana (BA).
Este artigo discute os resultados da avaliação, centrando a análise na NR-18
exigências identificadas como menos executado. Os resultados demonstram que a indústria de construção têm ainda
níveis elevados de não conformidade com a norma.

Assim como qualquer atividade do setor privado, a construção tem como objetivo
fundamentalmente, o lucro para suas empresas e, muitas vezes, a forma escolhida para mais
lucros é através da redução irrestrita dos custos, sendo um a segurança no trabalho. Como
Alguns profissionais da indústria não percebem o impacto da segurança no emprego da produtividade do
empresa, muitas vezes é deixado para segundo plano.
Dada esta característica do sector, é fácil concluir que a construção
presentes no mundo, não só no Brasil, as maiores taxas de acidentes do que outras indústrias,
tais como manufatura e mineração (Hinze, 1997; LISKA et alli, 1993, e Davies
Tomasin, 1990).
A fim de melhor lidar com os riscos nas obras, Hinze (1997) afirma que as medidas de gestão, umaforma geral, você pode evitar acidentes ou minimizá-los através de selo
associados à execução das instalações de segurança física. ALLI LISKA ET (1993) também
chamar a atenção para a importância de vista geral do sujeito, ou seja, é necessário
desenvolver um programa de segurança em que os vários fatores que influenciam o local de construção são
observado, substituindo a prática simplista de se preocupar apenas com a implementação
das instalações de segurança.
Para ser capaz de alcançar estes níveis óptimos de segurança, que tem que ser a partir de
níveis de requisitos mínimos, que são definidos no caso brasileiro, a NR-18 (Condições e Meio Ambiente
Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção), na sua última versão, publicada em julho
1995. No entanto, esta nova legislação ainda não foi plenamente assimilada pelos profissionais
sector, uma vez que é possível identificar a existência de dúvidas quanto à sua interpretação e
questões sobre a viabilidade técnica e econômica de algumas de suas exigências.
Face a estes problemas de falta de compreensão do conteúdo do padrão e as dificuldades
que muitas empresas estão tendo para implantá-lo, seis universidades brasileiras têm desenvolvido uma
trabalho conjunto teve como objetivo fornecer informações para melhorar a NR-18, assim
torná-la mais clara, abrangente e consistente com as necessidades da indústria.
Um objetivo secundário do estudo foi avaliar o grau de conformidade com a norma,
tarefa que foi feita através da aplicação de uma lista de verificação em sessenta e sete camas
obras. Neste contexto, este trabalho relata os procedimentos utilizados para realizar esta avaliação,
bem como a análise dos seus resultados.

 

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